Gravuras e Gravadores.

14/07/2015

Alguns gravadores.

GOELDI

. Marcello Grassmann fala de Goeldi. “Ele faz parte das suas gravuras. Era um revoltado…”; “Aquela tragicidade era parte dele”. O locutor sobre Goeldi: “A noite é seu universo, a noite física e também a da alma”.

MARCELLO GRASSMANN:
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links

01. Gravura e Gravadores – Aspectos da Cultura Brasileira. Vídeo do Youtube. Depoimento de Marcello Grassmann sobre Goeldi. Fala da origem na gravura, não somente dos gravadores brasileiros. Cita a primeira xilogravura , um fragmento da crucificação(fim do século XIV). Fala de Marcello Grassmann e seus cavalheiros e damas medievais e de como há correlação entre a escolha da técnica e o tema; de Goeldi e seus seres trágicos, de Lívio Abramo e seu engajamento; e depois a geometria e a abstração. Goya e o libelo contra a guerra.

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01. Xilogravura: Primeiro contato:Breve História da Xilogravura

02.3. Xilogravura japonesa [Ukiyo-e] erótica [shunga]: Katsuhika Hokusai

03. 2. Xilogravuras japonesas eróticas: SHUNGA. Utamaro Kitagawa

04. 1. Xilogravura joponesa: UKIYO-E…….. [primeira anotação]

05. Maria Bonomi: tropicália.

06.Gravura, xilogravura, Litogravura, Linogravura… Ponta-seca, Água-forte, Buril…: TÉCNICA

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Maria Bonomi: tropicália.

18/08/2012

Maria Bonomi, Tropicália – 1994.

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História da Xilogravura. Festa. Lívio Abramo. 1954, São paulo

Aluna de Lívio Abramo.
“…A noite desceu sobre a gravura –
Sombra da prensa a comprimir –
Maria Bonomi, Maria Gravura…” Poesias completas. Joaquim Cardozo, Editora Civilização Brasileira. citado por Jacob Klintowitz.

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Matriz de Tropicália.

Maria Bonomi, gravadora, Jacob Klintowitz. Biblioteca Mário VII-070.200

Aqui neste blog estou, quase sempre, tratando de fotos. Pois, pela limitação a mais óbvia – a pobreza – é que vejo as obras em livros, em reproduções. Mas vendo esta foto das matrizes de Tropicália, fiquei entre a reprodução da obra e a foto das matrizes. No texto, Jocob Klintotowitz conta que Maria Bonomi, menina bem nascida, quando criança dizia querer ser marceneira, fascinada pela madeira.
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Geraldo de Barros – Cemitério de Tatuapé, 1949, desenho em ponta-seca e nanquim sobre negativo.

“Se só guardamos lembranças dos momentos tristes ou alegres: enlouquecemos. Felizmente existem os restos”. Sobras, Geraldo de Barros. Um livro que cada vez me encanta mais. Assim como as obras inacabadas ou deixadas assim de propósito de Michelângelo Buanarroti, mas do que qualquer reprodução que tenha visto das suas obras “acabadas”.

Outra vantagem da limitação é que, não entendendo nada de arte, posso ir pelo olhar e pelo gosto do olhar ingênuo, ignorante. Inevitável, para mim, ir tomando contato com livros e teorias. Pretendo, assim mesmo, ir me guiando.
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Registrar aqui o novo disco de Tom Zé, Tropicália, lixo lógico.

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01. Parangolés, Hélio Oiticica. Apontamento 03