USP: trabalhador terceirizado faz greve de fome

13/07/2010


TERCEIRIZAÇÃO: escraviza humilha divide

“Nas últimas semanas a USP foi protagonista de mais um papel vergonhoso neste filme sem fim das terceirizações. O funcionário Eliseu de Souza Silva vigilante terceirizado da USP que trabalhava no bloco C do IME, cansado de ver seus direitos trabalhistas negados decidiu no último dia 07/05/2009 entrar em greve de fome como forma de protesto. Além dos “habituais” assédio moral, descumprimento dos direitos trabalhistas como atrasos dos salários, vale-transporte, horas extras, local apropriado para suas refeições (vigias e limpeza comem no banheiro)! “[clique aqui e veja texto completo em PÃO E ROSAS]


BRANDÃO DO SINTUSP ESTARÁ NA UNICAMP

11/07/2010

BRANDÃO EM DEBATE NA UNICAMP

Nesta sexta-feira, 18 de julho,às 12:00 horas, estará na Unicamp, no Auditório do IFCH, BRANDÃO, do SINTUSP, para, junto conosco, fazer um balanço da greve e começar discutir perspectivas para a continuidade da luta.

OCUPAÇÃO DA REITORIA DA USP

Quem participou nas assembléias viu o papel do STU e sua insistência em trair a vontade da assembléia. Fingindo aceitar as decisões das assembléias para melhor fazer corpo mole nos encaminhamentos. Mais que isso, a Diretoria do STU, fez de tudo para atacar militantes que assumiram seus compromissos com o encaminhamento da greve. E também vimos, o tempo todo, a diretoria do STU atacar, como sempre fez anos pós anos, o papel glorioso do SINTUSP no encaminhamento da greve.
VIGÍLIA NA REITORIA DA UNICAMP

|O que é se se esperar, sabendo que o Congresso do SINTUSP, aprovou, desde 2006, diante das várias traições da diretoria da diretoria do STU, que o SINTUSP deveria fazer todos os eforços para apoiar uma oposição a esta diretoria que, há mais de uma década, vem, quase que monotonamente, reiteiradamente, desorganizando os trabalhadores e deixando o SINTUSP e as greves na mão. Pois para esta diretoria do PC do B, os acordos com os governo Lula, com o Prefeito Hélio, com a Reitoria, são mais importantes que qualquer luta dos trabalhadores. Ou melhor, fingem fazer lutas para melhor cacifar seus acordos por cargos, postos e mandatos eleitorais. O trabalhador é visto como massa de manobra.
Nesta greve de 2010 a diretoria do STU foi mais longe. Faz uma nota acusando o SINTUSP, dedando-o para os jornais patronais, para a polícia e para os reitores. Um papel que a assembleia, ao votar uma contra-nota, caracterizou a diretoria do STU, como desertora, por ter abandonado os funcionários; traidora e policialesca, por ter servido aos nossos inimigos de classe, se filiando aos nossos inimigos no desejo de destruir o SINTUSP, um sindicato com anos e anos de luta ferrenha contra as burocracias sindicais, burocracias acadêmicas e que propõe e organiza um grande solidariedade de luta entre estudantes e trabalhadores.

A marca do SINTUSP foi sempre a luta. Depos dessa greve vai cumprir um papel de farol, de exemplo para o futuro, para o sindicalismo brasileiro de luta e não burocrático. Assim que Pablito, do Comando de Greve do Sintusp, junto com Beni estudante de Marília e Mário Bigode estão foram em Rio Claro discutir o encaminhamento da greve.

PABLITO DO COMANDO DE GREVE DA USP, MÁRIO BIGODE DO COMANDO DE GREVE DA UNICAMP, BENI DO COMANDO DE GREVE DE MARÍLIA

Queremos iniciar este balanço e este debate sobre as propostas para o futuro, com um dos principais diretores de sindicato combativo.

Outro papel importantíssimo do SINTUSP é que este sindicato se orienta não por qualquer calendário eleitoral, mas sua agenda é montada visando o calendário da luta de classes. Ese é um debate que temos que fazer agora quando muitos miltantes estarão obcecados atrás da cata de votos para tais ou quais candidatos.

[clique aqui para ler artigo de LER-QI com balanço da greve e o Jornal Palavra Operária, principalmente a greve e o circo eleitoral]


VÓS SOIS GIGOLÔS DA CLASSE OPERÁRIA!

11/07/2010

Em 2007, interpelados pelas barricadas estudantis, marxistas do IFCH, carregados de seu petismo insuperável e do alto de seus gabinetes, que gritavam: “eu estudo barricadas, sou mestre em piquetes”, numa espécie de “meu objeto me é dócil, deixem-me passar”! Digo, repito e mastigo, tire as mãos de seu objeto, ele não é alheio à realidade; podes apaixonar-te por ele enquanto museu: seu objeto estará invariavelmente sempre contra você!

Há marxista no IFCH que persegue trabalhadores por defenderem a memória da classe que dizem representar e, portanto, a ela se opõe. Grite, camarada, assim como bem sabe fazer: VÓS SOIS GIGOLÔS DA CLASSE OPERÁRIA!

[clique aqui leia o texto completo na Revista ISKRA ]


Fotografar a Prefeitura é crime?

11/07/2010

PRIMEIRO OS QUE MAIS PRECISAM

Este é o slogon, bem bolado para enganar e ganhar eleições do Dr. Hélio, prefeito de Campinas. O que tem a ver estas fotos com esta frase? .

Agora na onda, inclusive patrocinada pelo Governo Lula, de criminalizar os movimentos sociais e as greves, o Prefeito de Campinas manda instalar um paredão de vidro para impedir o livre acesso ao saguão. Dr. Hélio um queridinho de Lula, poderia ser enquadrado como provocador. Instalar ali, num local que conta histórias de lutas pela liberdade, esta cara e onstensiva parede de vidro, para vetar a participação popular, é estar pedindo que os movimentos quando mobilizarem se choquem com estas paredes. Seria bom que o prefeito aprendesse com o que aconteceu na USP, na última greve, que diante de duas portas blindadas, formando uma espécie de fortaleza que não foi suficiente para barrar os servidores públicos que foram jogados na fome pelo desconto de 30 dias nos seus salários.

O slogan “primeiro os que mais precisam”, na verdade é que eles temem os que mais precisam.




criminalização

Upload feito originalmente por Jornal do Porão

Este é o guarda-costas que sob ameças obrigou o fotógrafo a apagar várias fotos, sob a alegação de que não se pode fotografar prédios públicos. Com apoio dos guardas-municipais. Perguntado sobre a lei, ele respondeu que a lei era ele ali. Algum leitor conhece esta lei?

Pergunta a algum arquiteto: estes vidros não alteram a arquitetura do local, já que o saguão é uma passagem?