ÁGUA: RIOS e MANANCIAIS – A Light, empresa Canadense, destruiu o Rio Tietê

13/12/2014
Enchentes Morumbi SP

Nassif: Desde 2005 o Rio Tietê não passa por dragagens ou desassoreamentos! E agora, Serra??Montreal, Canadá“Desde que a Light obteve as primeiras concessões do Congresso Estadual, que atendeu aos pedidos de Alexandre Mackenzie para o uso das águas dos rios TietêGuarapiranga, prenunciavam-se as dificuldades que a decisão fragmentária iria ocasionar: enchentes, não utilização de mananciais para abastecimento público, incremento da poluição e dessa forma a impossibilidade do uso do espaço dos rios para compor espaços de lazer para a população, vocação antiga das várzeas do rio Tietê.

O sanitarista Francisco Rodrigues Saturnino de Brito – patrono da engenharia sanitária nacional – em 1905, a pedido do Secretário da Agricultura, Carlos Botelho, estudou as bacias hídricas da cidade de São Paulo e, em 1911, apresentava relatório indicando os rios Tietê e Guarapiranga como futuros mananciais destinados ao abastecimento público.” (01)

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JÁ SABEMOS DE OUTROS CRIMES DA LIGHT E DO IMPERIALISMO CANADENSE

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Rio_Pinheiros_1929 (1)

Encontro do Rio Pinheiros com Rio Tietê, 1929.

 

“Nas décadas de 1920 e 1930, com o objetivo inicial de gerar energia, a Light desapropriou 20 milhões de metros quadrados para a realização das obras, que incluíam a execução de barragens, elevatórias e a reversão do rio Pinheiros que passaria a receber as águas do Tietê, do qual era afluente, para alimentar a Usina Henry Borden nas encostas da Serra do Mar. Desta obra, cerca de 80% das terras passaram para o poder de Light, que tinha o direito de ficar com as terras “saneadas e drenadas” regulamentado por lei.
Observou-se que no início dos tempos a várzea era um obstáculo que limitava a expansão urbana, graças às suas características naturais e físicas. Esse ganho de terras do rio direcionou sua ocupação e foi fator determinante na comercialização dos terrenos. A construção de avenidas e vias expressas que deram acesso às grandes glebas drenadas pela Light aliados ao sistema de financiamento, atraiu dezenas de empresas multinacionais a partir da década de 1970, iniciando o eixo do setor terciário do setor sudoeste da cidade.”. Onde Passava o Rio Pinheiros

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O CANADÁ TEM QUE PAGAR!

Jardim Pantanal

Jardim Pantanal, Pior Imagem do Ando, blog de Inácio AraújoImagens do CanadáO chamado desenvolvimento capitalista fabricou as enchentes, os desmoronamentos, a degradação ambiental e dos mananciais e a falta de água.

É preciso que os responsáveis paguem por isso.
Temos que exigir reparação, por estas danos.
Um dos principais responsáveis é o Governo do Canadá.
A Light&Company, empresa do imperialismo canadense.
Que inverteu o curso do Rio Pinheiro e jogou esgotos e dejetos na represa Billings.
Que expropriou 2o milhões de metros quadrados de várzeas e lá enterrou milhões de pobres, que todos os anos, vão se afogar em enchentes, perder tudo que tem.
A solução para as enchentes e inundações de São Paulo é tirar estas milhões de habitações da várzea, onde, inevitavelmente, todos os anos, vai inundar.
E uma maneira de atenuar, rapidamente, a questão da água é usar a água estocada da represa Billings.
A Light nos sugou é foi embora. O imperialismo Canadense é modelo de prosperidade com o nosso dinheiro
O imperialismo Canadense nos meteu neste brejo e tem que pagar para nos tirar dele.
Que o imperialismo Canadá pague pelos danos que causou.

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01. ÁGUA: RIOS e MANANCIAIS – O governo joga esgoto nas represas de São Paulo
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links

01. Nassif: Desde 2005 o Rio Tietê não passa por dragagens ou desassoreamentos! E agora, Serra??
02. Pior Imagem do Ando, blog de Inácio Araújo


ÁGUA: RIOS e MANANCIAIS – A cidade de São Paulo afogou seus rios.

13/12/2014

 

03-pinheirosRio_Pinheiros_1929 (1)billingsO chamado desenvolvimento capitalista fabricou as enchentes, os desmoronamentos, a degradação ambiental e dos mananciais e a falta de água.
É preciso que os responsáveis paguem por isso.
Um dos principais responsáveis é o Governo do Canadá.
A Light Company, empresa do imperialismo canadense.
Que inverteu o curso do Rio Pinheiro e jogou  esgotos e dejetos na represa Billings.
Que expropriou 2o milhões de hectares de várzeas e lá enterrou milhões de pobres, que todos os anos, vão se afogar em enchentes, perder tudo que tem.
A solução para as enchentes e inundações de São Paulo é tirar estas milhões de habitações da várzea, onde, inevitavelmente, todos os anos, vai inundar.
E uma maneira de atenuar, rapidamente, a questão da água é usar a água estocada da represa Billings.
A Light nos sugou é foi embora. O imperialismo Canadense é modelo de prosperidade com o nosso dinheiro
O imperialismo Canadense nos meteu neste brejo e tem que pagar para nos tirar dele.
Que o imperialismo Canadá pague pelos danos que causou.

 

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A cidade de São Paulo se expandia rapidamente, acompanhando o aumento da produção das fazendas de café no interior do estado: o total de moradores passou de 15 mil em 1850 para 30 mil em 1870, 240 mil em 1900, 580 mil em 1920 – quando São Paulo já havia se consolidado como um polo comercial e industrial –, 1,3 milhão em 1940 e 6 milhões em 1960.

O crescimento urbano acelerado favoreceu a ocupação das várzeas, áreas naturalmente alagáveis, visadas para a construção de casas e fábricas, e o avanço sobre os braços dos rios: o córrego Saracura, afluente do Anhangabaú, foi o primeiro a ser coberto e desaparecer, em 1906.

Cada vez mais cercados, os rios transbordaram para além de seus limites naturais e as enchentes se tornaram mais intensas, frequentes e danosas, justificando ações mais radicais de retificação dos rios. No início, por meio de propostas como a do engenheiro sanitarista Saturnino de Brito, de 1926, planejava-se o alinhamento dos principais rios de modo a conciliar seus diferentes usos – transporte, lazer, pesca, abastecimento de água, controle de enchentes e produção de energia elétrica –, mas as coisas não saíram desse modo.”Mapas históricos exibem as transformações na forma e na função de rios encobertos por avenidas

“No início de 2013 a geógrafa Janaína Yamamoto Santos, diretora do núcleo de acervo cartográfico do Arquivo Público, participou de um bloco pós-Carnaval que percorreu o trajeto encoberto do córrego da Água Preta, na Pompeia.” Mapas históricos exibem as transformações na forma e na função de rios encobertos por avenidas
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RIO TAMANDUATEÍ
Imagens Históricas - barcos no TamanduateíRio Tamanduatéi, um bueiro a céu aberto“O rio Tamanduateí – chamado de Sete Voltas e usado no século XVII pelos moradores da então vila de São Paulo para transportar tijolos, louças, frutas e cereais, em canoas de madeira – hoje corre acanhado sob a avenida do Estado, uma das mais áridas da cidade de São Paulo. “O Tamanduateí poderia ter ciclovia e árvores, mas é apenas esgoto, é feio que dói. Tem de ser assim?”, questiona Jorge. “Todo mundo aceita que São Paulo tem de ser feia, mas não tem. Já podemos conciliar desenvolvimento urbano e estética.”Mapas históricos exibem as transformações na forma e na função de rios encobertos por avenidas

Rio Tamanduateí, enchente de 1929

Rio Tamanduateí, enchente de 1929

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rio_tieteAo final da Rua Amambaí existia um braço do Rio Tietê conhecido pelos moradores, que o usufruíam para brincar e nadar, como Rio Velho. Depois da retificação do Rio Tietê, este braço foi aterrado por um lixão. Posteriormente, esse lixão foi desativado para dar lugar à empresa Termaco. Com o fim desta empresa instalou-se, então, o atual batalhão da Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
Outro braço do Rio Tietê frequentado pelos moradores da região era conhecido como “Prainha”, localizado na Vila Elza (atual Jardim Andaraí). Revista Comunitária

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Córregos subterrâneos, ‘no limite, inundam túnel do Anhangabaú

Córregos Saracura,itororó, Moringuinhos e Anhangabaú foram cobertos, como galerias de esgoto. Com as chuvas e o crescimento da velocidade da água, por conta dos arruamentos e asfaltamentos, as enchentes são um certeza.
Ver afirmações do engenheiro Júlio Cerqueira Neto, ex-diretor de planejamento do DAEE e ex-professor de hidráulica da Escola Politécnica daUSP

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03-pinheiros
Rio_Pinheiros_1929 (1)
r_Odette Seabra a geógrafa Odete Seabra . Em sua tese de doutorado, apresentada na Universidade de São Paulo em 1987 e hoje um estudo clássico sobre a ocupação das várzeas dos rios Tietê e Pinheiros. SEABRA, Odette C.L (1987). Meandros dos Rios nos Meandros do Poder Tietê e Pinheiros:Valorização dos Rios e das Várzeas na Cidade de São Paulo. Tese de Doutoramento em
Geografia Humana apresentada à FFLCH – USP.

 

 

 

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Estudo aponta que enchentes e deslizamentos serão mais frequentes na capital paulista

POBRES URBANOS

 

“Ocupação do solo
Hoje, cerca de 30% da população da Região Metropolitana de São Paulo, ou seja, 2,7 milhões de pessoas vivem em comunidades, cortiços e habitações precárias, quase sempre ilegais. São concentrações significativas de áreas de risco de escorregamentos localizadas na Zona Sul (Jabaquara, Cidade Ademar, Pedreira, Cidade Dutra, Jardim Ângela, Capão Redondo e Campo Limpo). Nessa região, estão concentradas mais de 50% das favelas em São Paulo.

Nas demais regiões, as áreas de risco localizam-se na Zona Oeste (Butantã e Jaguaré); na Zona Norte (Perus, Pirituba, Jaraguá, Brasilândia, Freguesia do Ó e Tremembé); e na Zona Leste (Sapopemba, São Mateus, Aricanduva, Vila Formosa, Vila Prudente e Itaquera)”

 

 

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links

01. Inudações em São Paulo, exposição de fotos, Museu da Cidade
02. ANÁLISE: THE SÃO PAULO TRAMWAY, LIGHT AND POWER COMPANY LIMITED – O CONFRONTO ENTRE O “PROGRESSO” E O TERRITÓRIO DOS RIOS
03. São Paulo sem o Vale do Anhangabau, O Estado de São Paulo
04. Herança da ‘grande enchente’, O Estado de São Paulo


ÁGUA: RIOS e MANANCIAIS – Quem é responsável pelas enchentes em São Paulo : O CANADÁ!!!

13/12/2014

O chamado desenvolvimento capitalista fabricou as enchentes, os desmoronamentos, a degradação ambiental e dos mananciais e a falta de água.

É preciso que os responsáveis paguem por isso.

Temos que exigir reparação, por estas danos.

Um dos principais responsáveis é o Governo do Canadá.

A Light&Company, empresa do imperialismo canadense.

Que inverteu o curso do Rio Pinheiro e jogou  esgotos e dejetos na represa Billings.

Que expropriou 2o milhões de metros quadrados de várzeas e lá enterrou milhões de pobres, que todos os anos, vão se afogar em enchentes, perder tudo que tem.

A solução para as enchentes e inundações de São Paulo é tirar estas milhões de habitações da várzea, onde, inevitavelmente, todos os anos, vai inundar.

E uma maneira de atenuar, rapidamente, a questão da água é usar a água estocada da represa Billings.

A Light nos sugou é foi embora. O imperialismo Canadense é modelo de prosperidade com o nosso dinheiro

O imperialismo Canadense nos meteu neste brejo e tem que pagar para nos tirar dele.

Que o imperialismo Canadá pague pelos danos que causou.

 

Rio_Pinheiros_1929 (1)
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“Nas décadas de 1920 e 1930, com o objetivo inicial de gerar energia, a Light desapropriou 20 milhões de metros quadrados para a realização das obras, que incluíam a execução de barragens, elevatórias e a reversão do rio Pinheiros que passaria a receber as águas do Tietê, do qual era afluente, para alimentar a Usina Henry Borden nas encostas da Serra do Mar. Desta obra, cerca de 80% das terras passaram para o poder de Light, que tinha o direito de ficar com as terras “saneadas e drenadas” regulamentado por lei.

Observou-se que no início dos tempos a várzea era um obstáculo que limitava a expansão urbana, graças às suas características naturais e físicas. Esse ganho de terras do rio direcionou sua ocupação e foi fator determinante na comercialização dos terrenos. A construção de avenidas e vias expressas que deram acesso às grandes glebas drenadas pela Light aliados ao sistema de financiamento, atraiu dezenas de empresas multinacionais a partir da década de 1970, iniciando o eixo do setor terciário do setor sudoeste da cidade.”. Onde Passava o Rio Pinheiros
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Giacometti e a civilização africanas e outras civilizações

18/06/2012

Giacometti, Mulher Colher, 1927 (versão 1953), gesso

Esta influência das Artes Africanas, em Giacometti, está em toda sua obra. Há na exposição da Pinacoteca de São Paulo uma sala especial, mostrando que houve uma fase na sua obra, começando em 1927, onde esta influência era marcante, mas acho que é um influência que perdurou a vida toda. Mesmo porque, como diz Véronique Wiesinger (02), Giacometti fazia constantes “recuos”; e uma obra concebida no início da década de 30 seria executada, por exemplo, na década de 60.

Como podemos ver pelas reproduções aqui, Giacometti, não só sofre influência, ele reaproveita imagens vistas, quase que decalcadas. Gostaria de estudar como estas incorporações são feitas. Que novo significado adquirem. Que nova dimensão Giacometti deu, por exemplo, para máscaras e esculturas que circulavam na frança quase que como souvenirs. Aqui temos duas mulheres colheres quase idênticas: uma é arte moderna, a outra arte africana, chamada por alguns de folclórica.

Certamente isto já tem até um nome no vocabulário das artes, mas eu não sei. E quem souber mande-me. Todas estas nomeclaturas são muito chatas, mas as vezes ajudam a catalogar. Apesar que tem falas e textos que são só uma sucessão de jargões que nós dá impressão de estar lendo um diário oficial da Rússia stalinsita [que, curiosamente, repetiu a o cipoal burocrático do czarismo].

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Colher Cerimonial, Civilização DAN, Libéria
The Art of Africa, the Pacific Islands, and the Americas / The Metropolitan Museum of Art Bulletin

Esta publicação do The Metropolitan Museum of Art Bulletin (Fall, 1981), tem fantásticas reproduções em página inteira. Minha biblioteca parece um sebo. A cada arrumação uma surpresa.
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biblioteca Mário 000.003

 

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O NARIZ, 1947 (versão 1949), bronze, fundição 1965, Fundation Giacometti, Paris.

Isso que eu chamei de incorporação, e que não sei que nome tem no vocabulário da arte moderna, aparece a todo instante. Na exposição, diante do Nariz, de Giacometti, fiquei brincando que era Pinóquio revisitado. E fiquei intrigado até que me deparei com os homens “mosquitos”. Não sei se são apenas canadenses.

Mosquito Mask
Coast Tsimshian
British Columbia
Before 1925
Wood and paint
Canadian Museum of Civilization, VII-C-1188, CD98-20-015

tlingit-mask, anunciada por $400,000

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Esta aqui está à venda por $400,000 [ quatrocentos mil dólares]. Será o efeito do “reaproveitamento” do “folclore” na arte moderna? Não sei destes artefatos do Canadá, mas é sabido que na década de 20 e 30, máscaras e esculturas africanas eram vendidas como souvenirs em qualquer brechó. Pode ser a lei básica e elementar do capitalismo, a da oferta e procura. Um pista é que deve ter menos máscaras Tlingit em circulação do que africanas. O mundo a arte é um mundo do mercado capitalista: “Que produz e destrói coisas belas”, como cantou Caetano Veloso.

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Mosquito Mask, Papua Nova Guiné, Oceania

Mas aqui mesmo já começo a dar alguma resposta sobre os “mosquito mask” serem apenas canadenses. Há esta máscara de Papua Nova Guiné, na Oceania. Outra pergunta já pode ser respondida. Giacometti também desenhou e se influênciou pelas máscaras, totens da Oceania [e fez vários desenhos das máscaras e esculturas da Oceania, presentes na exposição da Pinacoteca].

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LINKS:

01.levantamento de dezenas (com centenas de fotos) de publicações sobre arte africana e ao final links
02 . para imagem do “mosquitos” CANADIAN MUSEUM OF CIVILIZATION

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BIBLIOGRAFIA

01. GIACOMETTI / organização Véronique Wiesinger/ vários tradutores / São Paulo: Cosac & Naify, 2012.

02 . The Art of Africa, The Pacific Islands, and the Americas /text by Douglas Newton / Photographys by Lee Boltin / The Metropolitan Museum of Art Bulletin (Fall, 1981)