Maria Bonomi: tropicália.

18/08/2012

Maria Bonomi, Tropicália – 1994.

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História da Xilogravura. Festa. Lívio Abramo. 1954, São paulo

Aluna de Lívio Abramo.
“…A noite desceu sobre a gravura –
Sombra da prensa a comprimir –
Maria Bonomi, Maria Gravura…” Poesias completas. Joaquim Cardozo, Editora Civilização Brasileira. citado por Jacob Klintowitz.

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Matriz de Tropicália.

Maria Bonomi, gravadora, Jacob Klintowitz. Biblioteca Mário VII-070.200

Aqui neste blog estou, quase sempre, tratando de fotos. Pois, pela limitação a mais óbvia – a pobreza – é que vejo as obras em livros, em reproduções. Mas vendo esta foto das matrizes de Tropicália, fiquei entre a reprodução da obra e a foto das matrizes. No texto, Jocob Klintotowitz conta que Maria Bonomi, menina bem nascida, quando criança dizia querer ser marceneira, fascinada pela madeira.
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Geraldo de Barros – Cemitério de Tatuapé, 1949, desenho em ponta-seca e nanquim sobre negativo.

“Se só guardamos lembranças dos momentos tristes ou alegres: enlouquecemos. Felizmente existem os restos”. Sobras, Geraldo de Barros. Um livro que cada vez me encanta mais. Assim como as obras inacabadas ou deixadas assim de propósito de Michelângelo Buanarroti, mas do que qualquer reprodução que tenha visto das suas obras “acabadas”.

Outra vantagem da limitação é que, não entendendo nada de arte, posso ir pelo olhar e pelo gosto do olhar ingênuo, ignorante. Inevitável, para mim, ir tomando contato com livros e teorias. Pretendo, assim mesmo, ir me guiando.
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Registrar aqui o novo disco de Tom Zé, Tropicália, lixo lógico.

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