III – O negro como protagonista na pintura antes do século XX

30/09/2012

………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

8. Paul Cézanne: O Negro Cipião (30)

A pincelada fluida e construtiva, os brancos intensos, a exagerada extensão de alguns membros, como os braços, o abandono da pose traduz a condição humana do modelo. Nessa obra Cézanne abre o caminho da arte contemporânea desvendando a autonomia da forma em relação aos dados da realidade, e a sua natureza emotiva.


1866-1868 / Cézanne
O negro Cipião
107 x 83 / Óleo sobre tela
Ver link 01

………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………


……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Clique sobre as fotos para ver em grande formato
……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

 

 

link

01. AS 100 MARAVILHAS: MOSTRA DE OBRAS DE ARTE SOBRE CAVALETES DE VIDRO

ARQUITETO JULIO NEVES / PRESIDENTE DA DIRETORIA DO MASP

 

………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

 

pingback

 

01 . https://jornaldoporao.wordpress.com/2012/09/08/ii-o-negro-como-protagonista-na-pintura-antes-do-seculo-xx-3/

02. https://jornaldoporao.wordpress.com/2012/07/24/o-negro-na-pintura-antes-do-seculo-xx/

Anúncios

II – O negro como protagonista na pintura antes do século XX

08/09/2012

, começar com a música de um gênio do violão e do Afro-Samba, para não esquecer do Brasil quando estamos falando do Brasil.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

“Uma coisa é saber da história segundo historiadores, e outra é vê-la através dos olhos que a viram. Por mais verdadeiro que possa parecer um documento, por mais nítida que seja uma crônica e por mais ressonantes que seja uma tradição, nada se assemelha à pintura feita por quem apenas desejou deixar para o sempre a imagem porventura contemplada.
Especialmente quando o pintor não estava a serviço de um gosto dominante, mas casualmente dotado da liberdade que era dada àqueles que se encarregavam de registrar a natureza de um NOVO MUNDO.
Aqueles que não dependiam de modelos convencionais, de composições e posturas comportadas e, ou, de rígidos padrões iconográficos a serviço de temas religiosos”. p. 15
……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Este slideshow necessita de JavaScript.


Como se fosse possível escolher uma música preferida no “maior” disco que já ouvi, o que mais ouço. Ou seja, ouço quase todos os dias. Como não dá para colocar o disco inteiro aqui e nem devo, escolhi a música que mais ouço, não sei se é a que mais gosto. Todos os dias eu elejo uma e no outro dia já acho que é outra.
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

O texto diz: “Eles limparam a barra pesada e suja da iconografia precedente, fantasiosa e fantasmagórica como configuraram a imagem plena e serena do universo exótico”.

Afinal o índio brasileiro –  ou quais povos indígenas  brasileiros –  comiam carne humana por prazer ou necessidade? Nas poucas aulas de antropologia que tive os professores afirmaram que era um canibalismo ritual. Sempre me pareceu que era um desconversa. Umas saídas pela tangente. A antropofagia Oswaldiana recorre ao canibalismo como metáfora. Entrando na estante virtual topo no topo da página com dois livros, consultando por canibalismo, “Canibalismo Amoroso”, Affonso Romano de Sant’Ana e “Canibalismo dos Fracos – Cinema e História do Brasil”, de Alcides Freire Ramos. Zé Celso nunca esquece do devoramento do Bispo Sardinha. Afinal os índios brasileiros comiam carne  humana. Comiam-se.  E porque os relatos e as lendas eram tão macabras e a antropologia tão “científica”? E então, porque esta metáfora ou mito continua tão forte, dando título a vários livros e pensamentos artísticos?

Aqui mesmo dá para ver a imagem negando a escrita. O texto citado fala em “limpar a barra” e de uma “imagem serena” que foi restabelecida. E a imagem mostra uma índia com um balaio com pedaços humanos. Os pedaços são pernas e braços. Os professores me diziam que o canibalismo ritual comia as vísceras dos guerreiros mortos ou capturados.


…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

O Guerreiro Negro, de Albert Eckhout é de classe alta ou de uma nobreza. No livro diz que foram descobertos 800 croquis e desenhos do pintor numa biblioteca da Polônia. Mas não fala se retrata a escravidão negra no Brasil. Suponho que sim, em 800 desenhos!!!

Os quadros no livro, e o livro só fala e reproduz os quadros, todos, 4 reproduções, são de negros africanos, uma espécie de delegação diplomática e de negócios e a já citada do Guerreiro Negro.

……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..


Faço quase tudo na vida ouvindo música. Leio sobre negros ouvindo música africana, ou dos negros norte-americanos e de negros brasileiros. É um mero pretexto para ouvir sempre essas imensas músicas. KORA, um instrumento milenar do país Mali – há cidade do mesmo nome na Nigéria . E Toumani Diabaté um dos grandes músicos do mundo.
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

Os modelos, tanto de Rubens quanto de Eckhout estão vestidos à Européia.


…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

“Único exemplar de pintura holandesa capaz de aparelhar com essas telas, acreditem, só pode ser Peter Paul Rubens (1577-1640), hoje intitulada “Cabeça de Negros” (head negroes), conservada no museu de Bruxelas”.


…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………


O negro como protagonista na pintura, antes do século XX

24/07/2012

Théodore Géricault, 1791-1824 (1). Gênios da Pintura, Biblioteca Mário 800.004

Aqui inicia uma página que pretendo atualizar.
……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..