Gravuras e Gravadores.

14/07/2015

Alguns gravadores.

GOELDI

. Marcello Grassmann fala de Goeldi. “Ele faz parte das suas gravuras. Era um revoltado…”; “Aquela tragicidade era parte dele”. O locutor sobre Goeldi: “A noite é seu universo, a noite física e também a da alma”.

MARCELLO GRASSMANN:
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links

01. Gravura e Gravadores – Aspectos da Cultura Brasileira. Vídeo do Youtube. Depoimento de Marcello Grassmann sobre Goeldi. Fala da origem na gravura, não somente dos gravadores brasileiros. Cita a primeira xilogravura , um fragmento da crucificação(fim do século XIV). Fala de Marcello Grassmann e seus cavalheiros e damas medievais e de como há correlação entre a escolha da técnica e o tema; de Goeldi e seus seres trágicos, de Lívio Abramo e seu engajamento; e depois a geometria e a abstração. Goya e o libelo contra a guerra.

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Pingback

01. Xilogravura: Primeiro contato:Breve História da Xilogravura

02.3. Xilogravura japonesa [Ukiyo-e] erótica [shunga]: Katsuhika Hokusai

03. 2. Xilogravuras japonesas eróticas: SHUNGA. Utamaro Kitagawa

04. 1. Xilogravura joponesa: UKIYO-E…….. [primeira anotação]

05. Maria Bonomi: tropicália.

06.Gravura, xilogravura, Litogravura, Linogravura… Ponta-seca, Água-forte, Buril…: TÉCNICA


30 mil gravuras na Biblioteca Nacional: um murundum inútil. Correm risco. Ou é mesmo um arquivo morto.

27/01/2013

“…Telas valiosas são mais frequentemente expostas, enquanto as exposições de gravuras acontecem com certa raridade, embora grandiosos e ríquissimos sejam os acervos, como a coleção de 30 mil obras da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro abriga. Introdução ao “Mestres da Gravura”, coleção Fundação Biblioteca Nacional.

 

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Maurits Cornelis Eschermc_escher_relativity_623x6001

Maurits Cornelis Eschermc_escher_relativity_623x6001. http://eaisimpatia.wordpress.com/

Toda arte vive de citações. Todo livro cita o primeiro livro, parafraseando Borges. 

Le carcere d'invenzione, 1750-3, prancha XIV, água forte, 53X72,8cm. Capa de "Mestres da Gravura"

Le carcere d’invenzione, 1750-3, prancha XIV, água forte, 53X72,8cm. Capa de “Mestres da Gravura”

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Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (3). FRANCISCO BARTOLOZZI(1525-1815). Youth, pontilhado e água-forte, 16,4 X 13,2cm

Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (3). FRANCISCO BARTOLOZZI(1525-1815). Youth, pontilhado e água-forte, 16,4 X 13,2cm

MESTRES DA GRAVURA: Coleção Fundação Biblioteca Nacional

Mestres da Gravura, Col. B. Nacional, Biblioteca Mário  VII-073.302 T001m

Mestres da Gravura, Col. B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 T001m. Compare com http://eaisimpatia.wordpress.com/

Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (1). BENJAMIN SMITH (1754-1833). The Infant Shakespeare Attended... Pontilhado, 50,7 X 64,6cm

Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (1). BENJAMIN SMITH (1754-1833). The Infant Shakespeare Attended… Pontilhado, 50,7 X 64,6cm

Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (4). ALBRECHT DÜRER (1471-1528). Adão e Eva, 1504. Buril, 15X19,2 cm.

Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (4). ALBRECHT DÜRER (1471-1528). Adão e Eva, 1504. Buril, 15X19,2 cm.

Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (2). GIOVANNI BATTISTA PIRANESI (1720-1778). La Antichità Romane, 750-3, água-forte, 39,9X60,5cm

Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (2). GIOVANNI BATTISTA PIRANESI (1720-1778). La Antichità Romane, 750-3, água-forte, 39,9X60,5cm

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A exposição abarca 81 artistas e 170 obras. Das 30 mil gravuras da coleção.

Quantos artistas serão? Serão apenas 81 mestres ou 81 já são mestres demais? São perguntas que o catálogo não se propõe abordar nem responder. E para abordá-las precisaria uma bibliografia. E mais que uma bibliografia, um ver as obras, mais de uma vez. Precisaria comparação, muito mais que estudo da história da gravura. Os museus e arquivos não prestam e não se prestam para isso.
A gravura nasceu para ser reproduzida. Era a técnica de imprensa da época. Há mais de 500 anos temos a imprensa, os livros impressos e agora a formidável ferramenta da Internet. A gravura não tem espírito de museu. Deve ser popular.

Bansky

Bansky

copyright2
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Em que prateleira estão os mestres, salvos das intempéries?

Houve um tempo que os mestres andavam pelas ruas e praias, à moda de Aristóteles.

NAIPES_022, Lâminas de carta de baralho, França, séc. XV

NAIPES_022, Lâminas de carta de baralho, França, séc. XV

MÜNCH, gravura, puberty, 1903

MÜNCH, gravura, puberty, 1903

gilvan samico , O peso do mundo é o amor. Artigo de Ferreira Goulart fala de Samico  , cuja  obra remete às cartas de baralho(como nasceu a xilogravura)

gilvan samico , O peso do mundo é o amor. Artigo de Ferreira Goulart fala de Samico , cuja obra remete às cartas de baralho(como nasceu a xilogravura)

“Não gostaria de encerrar este comentário sobre a arte de Gilvan Samico sem assinalar um traço especial que distingue a sua gravura da dos demais gravadores brasileiros. É que nela a lição dos mestres modernistas se funde à linguagem popular da gravura de cordel -herança portuguesa que sobreviveu na cultura popular nordestina-, incutindo-lhe a significação e a beleza da grande arte”.Ferreira Goulart
Novamente a questão. A gravura estocada aos montões em museus e arquivos precisam, urgentemente, de edições em livros e digitalização. Sem isso resta-nos, bem possivelmente, os grafites, a arte de rua, para buscar a fusão entre o erudito e o popular. A gravura erudita,histórica, também tinha a vocação de ser popular, atingir públicos mais vastos que obras de galerias e museus. Parafraseando Benjamin, já nasceu sem áurea. Não nasceu para a escuridão dos museus.

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A Xilogravura nasceu no século XV, ou final do século XIV, para reproduzir santos e carta de baralho. Nasceu para ir para a rua, igrejas e bordéis.

Dürer, as 4 feiticeiras

Dürer, as 4 feiticeiras

ALBERCHT DÜRER tem reproduzidas no catálogo 10 obras. 9 totalmente pias. Uma, as 4 feiticeiras, nus, talvez exercesse o feitiço bem pornográficos à épocaa do, para um elite. Hoje o muro pode ser de grande valia para milhões. Diz o texto que era um humanista e ligado ao renascentismo italiano e mesmo um dos grandes artista no renascentismo italiano.(ver Luzes do Norte, Masp). E ainda no texto, que publicou 3 livros em vida. Um sobre as proporções do corpo logo apos sua morte, em 1528.“Entre as mais célebres obras produzidas pelo Dürer, destaca-se O Apocalipse, série de 15 xilogravuras dramáticas[7 delas reproduzidas no catálogo Mestres da Gravura], consideradas uma das maiores criações da arte alemã…”.pg.32.

Dürer: Os 4 cavaleiros do apocalpipse.

Dürer: Os 4 cavaleiros do apocalpipse.

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Segundo vi no Google, não nas informações de “Mestres da Gravura”, estas 15 gravuras são ilustrações para o livro do Apocalipse, livro da Bíblia. Será que a mediocridade da igreja católica hoje e dos protestantes (Mestres da Gravura informa que a gravura cresceu e se popularizou, principalmente a de cunho profano, com o advento do protestantismo) poderia, hoje, publicar tal livro ilustrado por Dürer. Quem souber me informe. Os livros ilustrados, quase desaparecidos das edições modernas – louve-se a editora 34 -, é um objeto de amor e veneração, a manuseio constante, diário. Meu filho me deu notícias de vários deles, em inglês, na Saraiva. Maldito monoglotismo.

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As técnicas da gravura

Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (1). BENJAMIN SMITH (1754-1833). The Infant Shakespeare Attended... Pontilhado, 50,7 X 64,6cm

Mestres da Gravura, B. Nacional, Biblioteca Mário VII-073.302 Too1m (1). BENJAMIN SMITH (1754-1833). The Infant Shakespeare Attended… Pontilhado, 50,7 X 64,6cm

Há na página 86 do catálogo uma bibliografia sobre técnica.  Nas páginas 9-11 do catálogo há um didático e proveitoso resumo das técnicas: Xilogravura, gravura a buril, gravura á ponta seca, gravura à água-forte, gravura à maneira-negra, gravura à água-tinta. O que resumi em outro post.  Entre coisas que faltou e que não achei no google foi uma técnica chamada pontilhado. Cito o parágrado de “Mestres da Gravura”: “De meados para o fim do século XVIII, surgem técnicas à maneira de crayon, do verniz e do pontilhado. Este, presente na exposição, é um método que utiliza a água-forte, o buril curvo ou a ponta-seca. Primeiro, faz-se uma leve gravação do contorno do desenho; em seguida, obtêm-se os tons do trabalho, pontilhando-se a chapa com a ponta do buril curvo ou com a ponta-seca sobre um segundo verniz, posteriormente banhado em ácido”. p. 11.

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Sem digitalização, já, para ontem, a resposta, para mim é mesmo um murundum(1), um aranzéu(2).

Biblioteca Nacional sem ar-condicionado—— Vazamento de água,—- como aconteceu com o AEL(Arquivo Edgard Leuenroth) , ou ainda será que ainda corre, vários riscos: na Biblioteca Nacional, danificando parte do acervo.. Bibliotecas que inundam (já aconteceu na Biblioteca do IFCH, unicamp (Lá agora tem uma placa anunciando uma cobertura). Quem esqueceu o incêndio no acervo de Hélio Oiticica..—- Sabemos também que o ar-condicionado mal cuidado, ou mal dimensionado, tanto pode inundar, como incendiar. (clique e veja as reportagens). Depois que acontecer vem um burocrata lamentar com lágrimas de jacaré, ou de crocodilo. Por isso, insistimos em escrever, nesse blog, sobre este assunto chato. A tranquilide desses burocratas já diz tudo: são uns mortos vivos, como denunciou João da Silva, no seu HQ “Vale dos Burocratas Mortos” Mas o que eles gostam mesmo é de perseguir e tentar amedrontar quem cobra deles. O jornal do Porão nasceu fazendo tais denúncias. Hoje, com mais de 100 mil acesso, continua na obrigação de não deixar passar ou esquecer. Principalmente não deixar esquecer. Preservar acervos qualquer burocrata sem alma e sem cultura é capaz e até se vangloria de guardar, como os acumuladores, uma terrível doença. Mas colocar em uso, colocar em circulação, precisa de criatividade, ousadia, política agressiva e política mesmo: exigências diante dos governos. Para uma política cultural não servem burocratas semi-ignorantes, ciosos dos seus empregos e da sua rotina de acumuladores.

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Vocabulário

(1) MURUNDUM. Nos dicionários online que consultei acho murundu. No Preberam, português de portugal, a defininção é mais próxima do amontoado de coisas, disparatadas e atravancantes que minha expressiva e semi-analfabeta mãezinha tinha sempre na ponta da língua. O Michaelis registra a variante murundum, desde que chamemos por murundu. Caldas Aulete registra murundum, mas com uma pobreza lapidar; registra ainda mulundu e murundu, com a mesma inexpressividade. Como podem ver, meus amigos e filhinhos, preciso de dicionários online de qualidade!!! Meu velho e esmaecido (e estou ficando, lentamente, cego) Aurélio registra a mesma pobreza e economia. Registra ainda a variante munduru. Na definição 2, registra montão, que é pouco para murundum. E esse M faz muita diferença. a. Cemitério do Murundu b. 4 artistas criam um murundu c. Pseudopaludicola murundu Toledo d. O Fenômeno Murundu. Nesse artigo, no meio da página, há uma foto de um trem que é uma perfeita ilustração do murundum da minha mãe, apesar de ainda chamar murundu.Fenômeno Murundu

Crowded Train. O fenômeno murundu. Ou Murundum.

Crowded Train. O fenômeno murundu. Ou Murundum. http://fredraposo.blogspot.com.br/2007/05/o-fenmeno-murundu.html

(2) ARANZÉU. No cada vez mais pálido Aurélio de papel está lá Aranzel como arenga, uma falação de deputado. Pior que a falta do M em murundum é esse L. Bendita a contribuição de todos os erros. Se aranzel for pronunciado a gaúcha aí tá tudo perdido. Aranzel aí não seria mesmo um arranha-céu de murunduns, como frisava bem minha mãe. Será que o murundum não seria a herança negra da minha mãe para meus ouvidos embranquecidos? E creio nela nas suas raízes mais que nos dicionários. Nota: “O Léxico de Guimarães Rosa”, de Nilce Sant’Anna Martins registra murundu, como monte vermelhos de cupins, mas não aranzel. E “A Lexologia de ‘Os Sertões’: o vocabulário de Euclides da Cunha, de Manif Zacharias não registra nenhum dos dois termos.Apesar do peso das abonações ainda fico com as “contribuição de todos os erros” do murundum. e do aranzéu.     ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

Jornal do Porão cem mil acessos. Precisamente, neste sábado, 27/01/2013, ás 0,04hs, 102.822 acessos. Quando comemoramos 5 mil, fizemos um pequeno balanço, achando um grande feito. Agora com mais de 100 mil não haverá balanço formal algum. E por pura coincidência, não fortuitamente, voltamos ao tema do primeiro Jornal do Porão. É pé na tábua. É continuar. Mesmo porque esse jornaldoporao nem mesmo conseguiu falar de seu título: ainda não amadureceu e aprendeu o suficiente para escrever um post sobre o “Memórias do Subsolo”, de Dostoiévski.

Nos cinco mil acessos tinha a musa Josephine Baker. Agora nos cem mil tem Maria Luisa Mendonça. São oposto que se completam. Nem erudito nem popular, nem tanto ao mar nem tanto a terra. O pulso ainda pulsa. Nada melhor que Josephine Baker na companhia de Maria Luísa Mendonça.

josepnhine-baker-

josepnhine-baker-

Mandrake, 2007

Mandrake, 2007

josephine-baker

josephine-baker

Mandrake, 2007 (2)

Mandrake, 2007 (2)

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01. Xilogravura: Primeiro contato:Breve História da Xilogravura

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03. 2. Xilogravuras japonesas eróticas: SHUNGA. Utamaro Kitagawa

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05. Maria Bonomi: tropicália.

06.Gravura, xilogravura, Litogravura, Linogravura… Ponta-seca, Água-forte, Buril…: TÉCNICA


Gravura, xilogravura, Litogravura, Linogravura… Ponta-seca, Água-forte, Buril…: TÉCNICA

26/01/2013

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Ponta-seca

Ponta-seca Lasar Segall

Ponta-seca Lasar Segall

01.  A técnica de ponta-seca de Martin Lewis
02. Ponta-seca: Enciclopédia Itaú de Artes Visuais

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Água-forte

Nesta cena biblica Rembrabdt mostra a cruxificacao de Jesus no Monte Golgota. Toda a composicao foi desenhada com ponta seca e buril diretamente sobre a chapa de metal (matriz).A tecnica de gravura uitlizada foi a agua forte.

Nesta cena biblica Rembrabdt mostra a cruxificacao de Jesus no Monte Golgota. Toda a composicao foi desenhada com ponta seca e buril diretamente sobre a chapa de metal (matriz).
A tecnica de gravura uitlizada foi a agua forte.

01. Enciclopédia Itaú de Artes Visuais
02. Rembrandt, homem e obra
03. Gravura Brasileira
04. Gravuras: técnicas de Água-Forte e Água-Tinta(vídeo Youtube)

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buril

01.   Buril. Gravura a buril.

buril 2

buril 2

Buril1

Masp, Luzes do Norte, Renascimento Alemão

Martin Schongauer (1448-1491). Virgem Transforada, sem dada. Buril.Masp, Luzes do Norte, Renascimento Alemão. http://casavogue.globo.com/MostrasExpos/noticia/2012/10/renascimento-alemao-no-masp.html

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litogravura

01. Carlos Monsalve – Litografía
02. Lithographie maison — Kitchen Lithographie — Lithography

03.Litografia – Básica
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linóleo (gravura em)GravuraLinóleo-(005B)-12,5X19 (2)

01. Gravura em Linóleo (TÉCNICA)

02. Matrizes de Linóleo (introdução)

Picasso, Linóleo

Picasso, Linóleo

03. Linogravura

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Gravura

Marcello Grassmann, foto

Marcello Grassmann, foto

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01. Aula de impressão de gravura por Roberto Grassmann

Roberto Grassmann, foto

Roberto Grassmann, foto

02. Xilografía (vídeo mostrando uma sendo feita)
03. Gravura e Gravadores – Aspectos da Cultura Brasileira. Vídeo do Youtube. Depoimento de Marcello Grassmann sobre Goeldi. Fala da origem na gravura, não somente dos gravadores brasileiros. Cita a primeira xilogravura , um fragmento da crucificação(fim do século XIV). Fala de Marcello Grassmann e seus cavalheiros e damas medievais e de sua preferência por gravação em metais, onde há correlação entre a técnica e o tema; de Goeldi e seus seres trágicos, de Lívio Abramo e seu engajamento; e depois a geometria e a abstração. Goya e o libelo contra a guerra.
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01. Xilogravura: Primeiro contato:Breve História da Xilogravura

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05. Maria Bonomi: tropicália.

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Parangolés e Penetráveis: a influência japonesa em Hélio Oiticica.

12/11/2012

O MA

“Espacialidade do Ma”

O MA torna-se verbalizável no momento em que ele aparece no mundo, estado esse que será denominado Espacialidade Ma. Quando MA se faz representável ou concretamento visível no mundo da existência, aparece como um “espaço-entre” e ganha manifestações múltiplas: intervalo, passagem, pausa, não-ação, silêncio, etc. Essa semântica é identificada na própria composição do ideograma MA (ver ilustração acima), que se constitui de duas portinholas, através das quais, no seu entre-espaço, se avista o Sol”.

Essa espacialidade do MA vai estar presente em várias formas da cultura japonesa e em vários ambientes da sua arquitetura. Percebido e teorizado por seus arquitetos, como Teiji Itoh(1978) que chamou de “um espaço em fluxo”.

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As frases aqui citadas são de  Michiko Okano, retiradas do artigo O Espaço MA e Hélio Oiticica.  Bem possivelmente,  o tema do espaço-tempo MA será desenvolvido no livro “Ma entre espaços”, da mesma autora (capa reproduzida aqui). Livro que será adquirido e resenhado nesse jornaldoporao.

MA entre-espacos, livro de Michiko Okano

TOKYOGAQUI um Japão Imaginado, Org. Christine Greiner e Ricardo Muniz Fernandes, edições SESC/SP.

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“Há certas coisas na vida que não se explicam ou a linguagem verbal não se presta a esclarecer suficiente. O MA, uma noção peculiar da cultura japonesa, faz parte desse universo, cujo entendimento se realiza, essencialmente, por meio da intuição, do corpo e, portanto, da vivência…”

“Texto não-verbal“, segundo a semioticista Lucrécia D’Alessio Ferrara (2002): “se apresenta diluído no cotidiano”; “nada impõe à nossa atenção”; “é mudo porque não agride nossa atenção”.

MA se caracteriza pelo seu dinamismo, portanto de difícil apreensão por meios lógicos. Exige um “olhar tátil, multissensorial e sinestético”.

“Apesar dessa inefabilidade, o espaço-tempo MA é reconhecido naturalmente pelos japoneses no seu dia-a-dia e encontra-se, inclusive na própria linguagem…”. A expressão Manuke (MA+tirar=falta de MA). Falta de MA corresponderia à falta de inteligência, também para designar pessoa ignorante. “É um senso comum enraizado na vida cotidiana, sem necessidade de explicações lógicas ou conceituais”.

Idéia de MA, originariamente, é relacionada ao espaço mitológico vazio, demarcado por pilastras, que podem ser atadas por uma corda, onde haveria a aparição divina no território criado. É um território vazio no qual é possível ocorrer um acontecimento…”

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Dialógos entre o MA e as obras de Hélio Oiticica

Ilustração da coletânea Tokyogaqui

Hélio Oiticica buscou, em sua obra “propostas de desenvolvolvimento de atos de vida”, transgredindo a consideração da arte como mera representação.

Parangolés, de Penetráveis têm grande influência da estética da favela, do samba e da Mangueira dos anos 1960.

“Em ambos os casos, japonês e brasileiro, nota-se a presença do ESPAÇO-DISPONIBILIDADE….DO ESPAÇO MOVIMENTO…. em conjunção com o ESPAÇO-TEMPO… e do ESPAÇO-CONVIVÊNCIA, no qual o corpo desenvolve uma estreita relação com o ambiente por meio de sua vivência”
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ESPAÇO DISPONIBILIDADE: A ESTÉTICA DO INACABADO

O espaço MA oferta um ambiente disponível, a princípio vazio, para uma possível ação”

“Um mesmo recinto de quatro tatami e meio, (aproximadamente 2,70 X 2,70), geralmente desprovido de móveis, pode transformar-se quer num dormitório, … quer numa sala de estar…. ou de jantar…. constitui-se numa ambiente em eterna mutação”

Claude Monet-madame Monet. Coloco Monet aqui para remeter à influência das artes francesas sobre o Brasil, outra via possível. Mas abaixo veremos que a presença portuguesa no Japão criou toda uma iconografia.

“Uma espécie de capa maleável feita de materiais diversos… vestir, em vez de se limitar ao ver e atentar, … o observador passivo, em sujeito ativo usuário…Maleável e fluido…desenha formas sempre em transformação… (adaptando-se ao corpo)…. O artista é um propositor…. Cria um espaço aberto que incita a novas experiências… São obras que não se limitar a expressar-se por si sós, mas a expressão ocorre ‘por meio delas’…

“Tanto o trabalho artístico de Hélio Oiticica, quanto o recinto Ma não fazem parte do universo das criações imóveis, ms se tornam ponto de partida para um possível acontecimento, ou seja, um gatilho para a ação a ser desenvolvida a posteirori pelo ser humano. Participantes da estética do inacabado, essas espacialidades encontram-se em constante construção”

Hélio Oiticica, parangole1964, máscaras africanas extendidas. E não esquecer jamais as influências africanas nos Parangolés. Já descrita em outro post (veja Pingback).

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ESPAÇO-MOVIMENTO:CONSTRUÇÃO DE UM PROCESSO

Hélio Oiticica frequentava a escola de Samba Mangueira quando cria os Parangolés.

Estética da Ginga”: assim chama a arquiteta Paola Berenstein Jacques (2003):

– composta de fragementos;

– do movimento dos corpos que dançam;

– os próprios barracos são construções em processo: materiais novos são sempre acrescentados ou substituídos,  no já construído;

– “É uma espacialidade movente que, necessariamente, envolve o espaço e o tempo, dialoga com o acaso e tem como consequência algo sempre inacabado, aberto a participação e complementações eternas, chamado pela pesquisadora de espaço-movimento”

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SANDÔ: “Na espacialidade Ma presente no sandô , perscurso de peregrinação de um santuário xintoísta, é elaborado um espaço-tempo adaptativo da zona profana para a divina. No Santuário de Ise, da província japonesa de Mie, o transeunte passa por um portal denominado torii e por uma ponte sobre o rio Isuzu, ambos elementos primeiros que demarcam a passagem para o território divino, quando se descortina uma floresta e, através dela, caminhos tortuosos de pedregulhos. Não só o visual, mas os outros sentidos são aguçados durante a caminhada: a audição, pelo som das águas do rio e pelo barulho dos pedregulhos sob os pés dos transeuntes; o olfato, pelo aroma do verde das florestas; o paladar e o tato, pela água que purifica a boca e a mão…”

Ponte sobre o rio Isuzu, em Ise

Santuário de Ise, ponte Uji, sobre o rio Isuzu e portal Torii

O Grande Labirinto, de Hélio Oiticica:

tateoiticicafiltro. Não foi possível achar no Google o labirinto citado no texto. Substituo aqui por outra obra labirinto:
Filtros
A obra Projeto Filtro – para Vergara NY 1972 de Hélio Oiticica (1937-1980)

Disse dele Oiticica: “o espaço e o tempo se casam em definitivo(1968).” ” O espectador, além de penetrar na obra e escolher o percurso, que se apresenta como um labirinto, pode também manipular o objeto, trocando a posição das placas: os participantes são vivenciadores e construtores do seu próprio labirinto.”

Na espacialidade do sandô ,      a sensação do labirinto não é tanto no sentido físico, mas sobretudo de origem espiritual…”

XX

“A sensorialidade está implícita no labirinto e está relacionada não à forma, mas na experiência de nele penetrar…”

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ESPAÇO-CORPÓREO: VIVÊNCIA DO CORPO NO ESPAÇO

“O Parangolé, por Hélio Oiticica denominado cor-estrutura em razão de estruturar ações humanas, efetua o deslocamento do suporte tradicional pra o corpo de quem veste, e permite um brincar, dançar e elaborar a sua forma de participação na arte…”

“…movimento dançante, que envolve não só a visualidade mas todos os sentidos…”

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ESPAÇOS EM CONSTRUÇÃO

A FAVELA:   “…divide-se à noite em vários compartimentos por intermédio de cortinas de tecido ou plástico, pra preservar a intimidade das pessoas…”

A CASA JAPONESA: “…espacialidade única, flexível, a ser dividida por portas de correr de papel ou biombos…”

Os biombos, palavra que vem do japonês Biobu, fruto da chegada dos portugueses no japão. O que gerou toda uma arte no japão. Veja página da embaixada portuguesa: http://www.embaixadadeportugal.jp/centro-cultural/portugal-e-japao/arte-namban/pt/. Seria interessante saber o quanto isso influenciou a arte em portugal.

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01. PARANGOLÉS E O VODU DE BENIN
02. Maria Bonomi: tropicália

03 .2. Xilogravuras japonesas eróticas: SHUNGA. Utamaro Kitagawa

04. 3. Xilogravura japonesa [Ukiyo-e] erótica [shunga]: Katsuhika Hokusai
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A INTERNET É MESMO MUITO, MUITO MALUCA

Procurava no Google imagens de Michiko Okano,  para ilustrar conceitos propostos no livro Tokyogaqui: um Japão Imaginado. Junto com ilustrações de templos, torii, pontes, tatames, labirintos, parangolés e penetráveis – todas essas  coisas que eu procurava – veio esta imagem. Recusando entrar em critérios morais, a beleza desta figura é estonteante.  Com um corpo que não deve nada às mulatas exuberantes de Di Cavalcanti. Com toda a certeza Di Cavalcanti não as pintou para edificar e santificar o mundo.

Claro que vacilei em colocar essa imagem aqui. Mas refleti. Artistas, intelectuais, filósofos vivem falando em corpo, mas num corpo santificado, assexuado – um dos horrores do momento atual.   Quando olhamos uma estampa de Caravaggio vemos meninos e anjos pintados com uma sensibilidade agressivamente homoérotica. O mesmo se vê em Leonardo da Vinci e Michelangelo Buonarroti. Ou as mulheres de Modigliani.

Claro que a foto é comum, banal, nada de arte, mas para mim serviu para quebrar tanta seriedade do texto.  E me fez lembrar que, se a arte abre horizontes, ajuda os seres humanos a atravessar os desertos, as montanhas até o abismo final, este percurso da vida e da morte,  essa banal foto alerta que também a vida comum, esta simples e banal imagem comum, da internet, faz muito bem à vida e é uma excepcional manifestação da vida.

E não nos esqueçamos que falar de gravura japonesa teremos de falar em SHUNGA, a arte erótica joponesa.  Alguns textos dizem que esta arte pornográfica era usada com caráter educativo, outros textos contam que o pai doava uma caixa destas gravuras na ocasião do casamento das filhas. E que somente no início do século vinte, quando aumentava o comércio com o ocidente e para limpara a barra dos japoneses, tidos como pornográficos por seus parceiros comerciais, é que as gravuras SHUNGA foram reprimidas no japão. Ou seja, tipicamente um aculturação e vitória do moralismo cristão. Como todo moralismo traz junto a hipocrisia, estas gravuras SHUNGA vão ter preços astronômicos pelo consumo dos ricos ocidentais.  Ver links.

Como atestamos com Caravaggio, Michelangelo Buanarroti, Cézanne, Picasso e tantos outros, nem a chamada arte de cunho religioso,  era muito edificante e vetusta. Nela pulsava muito sexo, erotismo e pornografia – que acho que é a mesma coisa, com nomes diferentes. E a própria conclusão do texto de Michiko Okano é de uma ingenuidade comovente. Nos barracos das favelas não se preserva intimidade alguma. E pelo que vi em filmes japoneses, como Império dos Sentidos, todo mundo vê, ouve  e percebe tudo; e no caso de O Império dos Sentidos, vê, ouve e participa. Biombos, cortinas, praticáveis, papéis japoneses, não garantem qualquer intimidade. E quanto ao japão essa moralidade tem data. Em momento algum do texto a autora toca na questão do erotismo, do sexo e pornografia. Fala várias e várias vezes em dança, esquecendo que dança carrega um imenso conteúdo erótico. E esquece, para o Brasil, que os parangolés também remetem à fantasia, ao carnaval. E como podemos conferir nas danças religiosas de Benin, no pingback acima, há “parangolés” e transe. Vi hoje mesmo entrevista de uma bailarina de flamengo dizendo que dançar, para  ela, era essencialmente entrar em transe. Que o diga Nietzsche/Dionísio. Dionísio o deus que dançava.

Quando peguei o texto de Michiko Okano, como é comum ao comprar um livro novo, fui ver logo as ilustrações que, na verdade, são poucas. Mas este artigo é ilustrado por um desenho de um kimono(desenho reproduzido acima). E o texto se detém muito pouco sobre o kimono e os parangolés. E não diz que os kimonos são usados, hoje, principalmente por gueixas. E que também, no ocidente, estas vestes coloridas são associadas ao erotismo.

Também afasta desse blog os eventuais leitores santarrões.

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links

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01 . Perca Tempo, Blgo do Murilo. Japa Gostosa
02. O Desejo e a Representação nas Gravuras Eróticas Japonesas Shungamore : ESTUDOS JAPONESES : by Amaury A. Garcia

03. Embaixada de Portugal em Tóquio: Arte Nambam
04. Filme sobre Hélio Oiticia
05.Documentário recupera figura de Hélio Oiticica

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“A beleza não é só uma coisa terrível, é também misteriosa. Aí lutam Deus e o diabo, mas o campo de batalha é o coração dos homens”. Mítia, em os Irmãos Karamázov.

03/11/2012

Aglaia Ivánovna, Ilustração de Oswaldo Goeldi para O Idiota de Dostoiévski

Vi esta ilustração, em tamanho bem menor, na edição de José Olympio. Isso no início da década de 70, 1972 talvez. Visão que me acompanha como se tivesse visto um ser verdadeiro. E acho que quando Heidegger fala em um ser poético, das artes, está falando nisso. Uma garatuja ser tão real. E modelo de beleza.
E depois, faz por volta de vinte anos, conheci uma moça que, se soubesse desenhar,eu desenharia algo parecido. Recentemente a vi, esta, e vinte anos depois, vi a beleza que Oswaldo Goeldi transmitiu. 40 anos fiel a uma garatuja, 20 anos fiel a um olhar contaminado pela poesia dos traços de Oswaldo Goeldi.
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link

 

o1. Pinacoteca do Estado de São Paulo, Oswaldo Goeldi, acervo online
02. Goeldi na coleção da Pinacoteca de São Paulo
de 29.set a 24.fev 2013

03.Centro Virtual de Documentação e Referência : Oswaldo Goeldi
04. Site Oficial de Oswaldo Goeldi


Maria Bonomi: tropicália.

18/08/2012

Maria Bonomi, Tropicália – 1994.

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História da Xilogravura. Festa. Lívio Abramo. 1954, São paulo

Aluna de Lívio Abramo.
“…A noite desceu sobre a gravura –
Sombra da prensa a comprimir –
Maria Bonomi, Maria Gravura…” Poesias completas. Joaquim Cardozo, Editora Civilização Brasileira. citado por Jacob Klintowitz.

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Matriz de Tropicália.

Maria Bonomi, gravadora, Jacob Klintowitz. Biblioteca Mário VII-070.200

Aqui neste blog estou, quase sempre, tratando de fotos. Pois, pela limitação a mais óbvia – a pobreza – é que vejo as obras em livros, em reproduções. Mas vendo esta foto das matrizes de Tropicália, fiquei entre a reprodução da obra e a foto das matrizes. No texto, Jocob Klintotowitz conta que Maria Bonomi, menina bem nascida, quando criança dizia querer ser marceneira, fascinada pela madeira.
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Geraldo de Barros – Cemitério de Tatuapé, 1949, desenho em ponta-seca e nanquim sobre negativo.

“Se só guardamos lembranças dos momentos tristes ou alegres: enlouquecemos. Felizmente existem os restos”. Sobras, Geraldo de Barros. Um livro que cada vez me encanta mais. Assim como as obras inacabadas ou deixadas assim de propósito de Michelângelo Buanarroti, mas do que qualquer reprodução que tenha visto das suas obras “acabadas”.

Outra vantagem da limitação é que, não entendendo nada de arte, posso ir pelo olhar e pelo gosto do olhar ingênuo, ignorante. Inevitável, para mim, ir tomando contato com livros e teorias. Pretendo, assim mesmo, ir me guiando.
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Registrar aqui o novo disco de Tom Zé, Tropicália, lixo lógico.

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pingback

 

01. Parangolés, Hélio Oiticica. Apontamento 03


0. Xilogravura. Primeiro contato.

22/07/2012

Breve            História        da       Xilogravura

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“As Xilogravuras são feitas pela impressão (sobre o papel ou algum outro suporte) de uma matriz entalhada em madeira”. Breve história da Xilogravura, de Antonio F. Costella.

“Acredita-se que, na Europa, as primeiras impressões xilográficas tenham sido feitas a partir do século sexto, com a função de estampar tecidos. O mais antigo testemunho dessa atividade, porém, é um pano impresso bem depois, já no século doze”. idem, p. 12. Mas não há reprodução dessa xilogravura no livro.

O livro registra xilogravura, na China, do ano de 868. Mas o que vou tentar tirar do livro são aquelas que eu achei interessantes, ou belas, ou pelo assunto que me interessa muito que é representações eróticas. Não vou seguir aqui, um percurso histórico. E a xilogravura pela extensa história, por sua simplicidade e com materiais bem acessíveis, tem uma profusão imensa de representações.
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Posts sobre Xilogravura
1. Xilogravura joponesa: UKIYO-E…….. [primeira anotação]

2. Xilogravuras japonesas eróticas: SHUNGA. Utamaro Kitagawa

3. Xilogravura japonesa [Ukiyo-e] erótica [shunga]: Katsuhika Hokusai

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links

01. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica, Texto de Walter Benjamin publicado em 1955

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Galeria de fotos