TRIANON andanças em são Paulo

14/03/2013

Trianon I

MASP, março 2013

MASP, março 2013

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FAUNO, de Victor Brecheret

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (8)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (8). Fotos Mário Martins de Lima

Sobre o Fauno, de Victor Brecheret

01. Paulistanos Ilustres Ilustrados, por Paulo CarusoFauno, de Victor Brecheret, por Paulo Caruso
02. Obra foi transferida para o Trianon por conta da pressão da Igreja Católica
03. Monumentos de São Paulo
04.Inventário de Obras de Arte em Logradouros Públicos da Cidade de São Paulo:Fauno
05. Obra Pública – O Fauno de Victor Brecheret, VÍDEO YOUTUBE.Trabalho para Linguagem Audiovisual, Universidade Belas Artes

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PAN e FAUNO

“Queria falar mais; mas Syntrix, pouco sensível àquelas palavras, deitou a correr, e já chegara perto do rio Ladon, seu pai, quando, vendo-a detida, rogou às ninfas, suas irmãs, que a acudissem. Pã, que lhe saíra no encalço, quis abraçá-la, mas em vez de uma ninfa, só abraçou caniços. Suspirou e os caniços agitados emitiram um som doce e queixoso. O deus, comovido com o que acabava de ouvir, pegou alguns caniços de tamanho desigual e, unindo-os com cera, formou a espécie de instrumentos que se chama syrinx e que constitui a flauta de sete tubos, transformada em atributo de Pã.”Nascimento de Pã.

“Pã foi muitas vezes confundido na literatura latina com Fauno e Silvano. Muitos autores os consideravam como um só divindade com diferentes nomes. As Lupercais eram mesmo celebradas em tríplice honra desses gênios. Entretanto Pã é o único de quem se fez alegoria e que foi considerado como um símbolo da Natureza, conforme a significação do seu nome. Dizem os mitólogos que os seus chifres representam os raios do Sol; a vivacidade de sua tez exprime o fulgor do céu; a pele de cabra estrelada que usa sobre o estômago representa as estrelas do firmamento; enfim os seus pés e as suas pernas eriçados de pêlos designam a parte inferior do mundo, – a terra, as árvores e as plantas.” Nascimento de Pã.
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Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (1)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (2)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (3)

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flauta de pã

” O deus, comovido com o que acabava de ouvir, pegou alguns caniços de tamanho desigual e, unindo-os com cera, formou a espécie de instrumentos que se chama syrinx e que constitui a flauta de sete tubos, transformada em atributo de Pã”

Leia mais:http://www.mundodosfilosofos.com.br/pa.htm#ixzz2NXPEWfFU

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (4)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (5)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (6)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (7)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (8)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (9)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (10)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (11)

Fauno, Vitor Brecheret, Trianon, março 2013 (12)
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Victor Brecheret, links

01. Brecheret, Victor (1894 – 1955), Enciclopédia Itaú Cultural
02. FUNDAÇÃO ESCULTOR VICTOR BRECHERET
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links

01. Nascimento de Pã
02. Pã, divindade Grega; Fauno, divindade Romana
03. Procissão em Roma, jovens nus flagelando as mulheres
04. Pã ou Fauno
05. The Great Pan

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Música

fauno, Victor Brecheret, déc. 20, Google

fauno, Victor Brecheret, déc. 20, Google

fauno, Victor Brecheret, déc. 20, Fotos Rômulo fialdini e Horst Merkel,  Google (2)

fauno, Victor Brecheret, déc. 20, Fotos Rômulo fialdini e Horst Merkel, Google (2)

fauno, Victor Brecheret, déc. 20, Fotos Rômulo fialdini e Horst Merkel,  Google (3)

fauno, Victor Brecheret, déc. 20, Fotos Rômulo fialdini e Horst Merkel, Google (3)


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01. A Flauta de pã, Claude Debussy

02. Prélude à l’après-midi d’un Faune, Claude Debussy

03. Pan, de Mauricio Kagel

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Fauno, Centauro, Minotauro

Faun Revealing a Sleeping Woman (Jupiter and Antiope, after Rembrandt) 1936 by Pablo Picasso 1881-1973

Faun Revealing a Sleeping Woman (Jupiter and Antiope, after Rembrandt) 1936 by Pablo Picasso 1881-1973

Picasso tem dezenas de desenhos e pinturas cujo tema é o Fauno e em muitos aparece a flauta de Pan
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Casa do Fauno, Pompéia

Deus Fauno, dançando

Deus Fauno, dançando

MOSAICO-NA-CASA-DO-FAUNO-POMPEIA

MOSAICO-NA-CASA-DO-FAUNO-POMPEIA

links

01.Casa do Fauno, Wikipédia
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outras imagens

pan_daphnis

pan_daphnis

PABLO-PICASSO-CABEZA-DE-FAUNO-1

PABLO-PICASSO-CABEZA-DE-FAUNO-1

pan, Joseph Sattler

pan, Joseph Sattler


Plantas e flores, brincadeiras; e garça.

30/05/2012


Vermelho: antúrio. O Branco: não sei o nome, apesar de sua presença em qualquer varanda. Fiz incansáveis fotos. Deveria registrar todos meus “estudos” neste blog. Na verdade, apontamentos. Quem souber me ajude. Qual o nome desta flor branca?

Queria brincar e peguei a câmera. Vagabunda. Sem recursos. Um dia compro uma com alguns recursos, para registrar detalhes e brincar com eles. Adoro fotografar detalhes. Esta câmera limitada não permite mais que isso, acho. Adorei ficar brincando com as aparências.

Esta garça de hábitos noturnos, registrada em 02 de abril de 2011, na Praça da República em São Paulo. Neste último ano não consegui esquecê-la. E nunca vou esquecê-la. E nem sabia que ela existia. E nunca poderia pensar que “morava” no centro de São Paulo. Saía de uma reunião política, com gente que pensava em política e topei com uma garça. Viva.

001 by Jornal do Porão

Claro que além de banal foto de flores e plantas é bem banal. Até medíocre. Quase sempre odeio a banalidade. Não acho plantar e cultivar banal. Mas adoro registrar as plantas, principalmente as que cultivo. E insisto em mostrá-las. Quase ninguém dá importância. E não condeno. Também odeio as banalidades. Mas também adoro coisas banais, foto de flores, Corinthians ou mesmo futebol de várzea. Gostaria de fotografar o futebol de várzea. Os muros das cidades: grafites, frases, palavrões. Também é um motivo para andar pelas ruas.
001, a photo by Jornal do Porão on Flickr.

A banalidade é o mal. Mas adora as fotos que eu tiro das flores e plantas. Deveria não mostrar para ninguém. Mais ainda: adoro cultivá-las e depois fotografá-las. Penso mesmo em comprar um câmera potente.

QUEM SE INTERESSAR PELAS FOTOS CLIQUE SOBRE A FOTO MAIOR E ACESSARÁ UM ÁLBUM NO FLICKR

Achei que, apesar de toda a brancura, aquela garça estava também aqui. Além da banalidade, amo e odeio São Paulo.
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galeria de fotos. Flores da Casa de Maria Dutra de Lima

 

 

 

 


São Paulo, andanças.

21/02/2011

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São Paulo andanças 016

Upload feito originalmente por Jornal do Porão

CLICANDO SOBRE A FOTO, ACIMA, TERÁ ACESSO AO ALBUM COMPLETO NO FLICKR.
E este prédio imenso, visto do alto, imponente, que me deixou muito tempo fixado nele, é o prédio da ROTA. Um máquina de fazer cadáveres de pobres e negros.
O outro prédio, pequeno, é o efêmero em São Paulo. Talvez como uma escultura em areia isso desaparecerá. Este andar por São Paulo ainda permite experiências. Mas, provavelmente, pois não vi nenhuma placa de tombamente, isso tudo virará pó. É a “grana que destrói e constrói coisas belas”.
Rua São Caetano, a rua das noivas, mas ali corre o drama da escravização de Bolivianos, Peruanos, Paraguaios, misturando com o comércio iformal e barato dos chineses, com os prédios e apartamentos luxuosos dos comerciantes chineses. Ali corre, quase centro de São Paulo o trabalho de imigrantes ilegais, onde patrões ilegais chineses fazem trabalhar 17 horas por dia, estes latinos ilegais, que nem o sol ou a rua podem ver. Ali a super exploração chega a ser maior que a própria Inglaterra no século XVI ou XVII, como disse numa entrevista o Professor Ricardo Antunes. Ali encena-se o horror com dois ou três séculos de retrocesso. E cadê nossos sindicatos, partidos e governos. Há muita traição e corrupção.
Assim caminha o capitalismo no seu ritmo de destruição. Tudo desmancha no ar. E a carne humana é seu alimento.