ÁGUAS: RIOS e MANANCIAIS – ESTÃO MORRENDO. A espécie mais ameaçada é o homem, pois pode saber com antecedência que vai morrer.

13/12/2014

0

images

07/11/2014 - CHUVAS DIMINUI A SECA NA CACHOEIRA DE EMAS EM PIRASSUNUNGA

piracema

RIO MOGI GUAÇU

” A bióloga Janete Brigante, coordenadora executiva do projeto, explica que ele nasceu de estudos realizados entre 2000 e 2005 pelo Núcleo de Estudos em Ecossistemas Aquáticos (NEEA), da EESC. Na ocasião, foi feito um diagnóstico das condições gerais da bacia do rio Mogi-Guaçu. “Foi detectada contaminação por metais pesados, valores elevados de coliformes fecais e níveis expressivos de pesticidas nos sedimentos, além de assoreamento e ausência de matas ciliares”, conta a bióloga.“Projeto da EESC quer recuperar rio Mogi-Guaçu
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..
empresas que poluem o Rio Mogi Guaçu

USINA SANTA RITA.

“Altos índices – O resultado das amostras de água apontaram demanda bioquímica de oxigênio acima de 60 miligramas, o que representa o índice máximo permitido pela lei ambiental estadual. No setor de fabricaçao de açúcar, o índice encontrado foi de 90 miligramas, enquanto na água de lavagem da cana-de-açúcar o número chegou a 950 miligramas.”Usina Santa Rita é multada por poluir rio Mogi-Guaçu

Esta empresa não deveria ser apenas multada. Era preciso criar uma legislação que exproprie para controle dos trabalhadores empresas que poluem e destroem o meio ambiente.
Mas seria preciso uma legislação preventiva que enquadrasse as empresas e criasse uma legislação que realmente protegesse o meio ambiente.
O oposto aconteceu o ano passado com o código florestal proposto e defendido pelo PC do B, aprovado pelo congresso e sancionado pelo Governo Dilma. Um tremendo retrocessso e um ataque ao pouco que resta de patrimônio ambiental.
………………………………………………….……………………………………………………………………………………………………………………………………….

ÁGUAS: RIOS e MANANCIAIS – algumas propostas:

1. Que os Sindicatos e as esquerdas adotam uma ampla plataforma ecológica. Hoje, o aspecto mais dramático da putrefação do capitalismo é a destruição da vida e do próprio planeta. E as primeiras e principais vítimas são os países pobres, os pobres dos países pobres. E só é possível reverter isso com a potência da classe trabalhadora organizada.
– na crise da água, um programa ecológico, para começar já, expropriar e reflorestar as nascentes ,mananciais, córregos, riachos, rios e represas; criar matas ciliares e impedir que qualquer qualquer tipo de esgoto ou dejetos industriais vá para rios e córregos.
Este reflorestamento deve ter pelo menos mil metros de cada margem, ou seja, pelo menos dois mil metros às margens destes mananciais;
– Por um imediato levantamento das construções ilegais em florestas, cercanias de represas, nascentes e nos remanescentes de floresta. a. Que as casas de veraneio e luxo sejam imediatamente derrubadas e a área imediatamente reflorestada; b. Que para apartamentos em condomínios e casas com menos de 100 metros um plano emergencial de transferência desses moradores para moradias financiadas pelos bancos estatais; c. no caso de moradias ;
– Por um imediato levantamento de bairros nessas mesmas áreas de mananciais que, mesmo legalizados, tenham um plano de transferência de moradias para outras áreas. Neste caso os custos devem ser dos governos.
– Que sejam terminantemente proibida a criação de gado a 20 quilômetros de qualquer nascente (o pateamento constante do gado impermeabiliza o sola e destrói nascentes, ponde em risco até grandes rios); os mesmos 20 quilômetros para criação de porcos e pequenos, em larga escala, pois os dejetos poluem nascentes, riachos e rios;

AS UNIVERSIDADES FAZEM DIAGNÓSTICOS, MAS TEM PROPOSTAS TÍMIDAS PARA ENFRENTAR A CATÁSTROFE AMBIENTAL/PLANETÁRIA. (aqui só o diagnóstico da USP São Carlos).

“Caracterizada pela riqueza de nascentes e mananciais – somente em 231 km² existem 368 nascentes catalogadas – a bacia hidrográfica de montante tem sofrido fortes impactos ambientais com a intervenção do homem. Entre os principais problemas diagnosticados, estão:
– severa contaminação fecal da água, sendo que a mesma é utilizada, sem desinfecção, na agricultura e para atividades de pesque-pague e recreação de contato primário;
– atividades econômicas impactantes, como a agricultura da batata, do morango, do café e do tomate. O cultivo nessas áreas é impróprio porque a topografia permite movimentação do solo e os agrotóxicos, utilizados em grandes proporções, acabam sendo carregados pela chuva até o rio;
– substituição da vegetação nativa de topo, de encosta e ciliar por lavouras, comprometendo os mananciais e a biodiversidade da região;
– secamento de riachos em virtude do uso indiscriminado da água para irrigação agrícola;
– contaminação do rio por substâncias químicas (fertilizantes, cloro, sulfato de cobre, etc.) utilizadas pelas indústrias e atividades agropastoris;
– despejo de esgoto e deposição de lixo, decorrente do hábito da população local em considerar os riachos como sumidouros.”. Projeto quer diminuir impacto ambiental no Mogi Guaçu
……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

LINKS

01.Estiagem atrasa a piracema em rio no interior de São Paulo, TV GLOBO, 12/12/2014
02. Rio Mogi Guaçu está com pior nível e prejudica Cachoeira de Emas em Pirassununga, TV GLOBO, 17/10/2014
03. Recuperação de peixes no Rio Mogi Guaçu pode levar 5 anos, diz Cepta
04. 15/02/2014 16h42 – Atualizado em 15/02/2014 17h04 Peixes aparecem mortos às margens do Rio Mogi Guaçu em Porto Ferreira
05. Seca prejudica período da piracema no Rio Mogi Guaçu, afirma o Cepta
06. RANCHOS NO RIO MOGI-GUAÇU NÃO DEVEM SER DEMOLIDOS
07. Projeto da EESC quer recuperar rio Mogi-Guaçu,Flávia Souza – Agência USP
08. Usina Santa Rita é multada por poluir rio Mogi-Guaçu
09. Fiscalização flagra canavieiros expostos a agrotóxicos no interior de São Paulo (multa a Usina Santa Rita)

……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………


ÁGUA: RIOS e MANANCIAIS – A Light, empresa Canadense, destruiu o Rio Tietê

13/12/2014
Enchentes Morumbi SP

Nassif: Desde 2005 o Rio Tietê não passa por dragagens ou desassoreamentos! E agora, Serra??Montreal, Canadá“Desde que a Light obteve as primeiras concessões do Congresso Estadual, que atendeu aos pedidos de Alexandre Mackenzie para o uso das águas dos rios TietêGuarapiranga, prenunciavam-se as dificuldades que a decisão fragmentária iria ocasionar: enchentes, não utilização de mananciais para abastecimento público, incremento da poluição e dessa forma a impossibilidade do uso do espaço dos rios para compor espaços de lazer para a população, vocação antiga das várzeas do rio Tietê.

O sanitarista Francisco Rodrigues Saturnino de Brito – patrono da engenharia sanitária nacional – em 1905, a pedido do Secretário da Agricultura, Carlos Botelho, estudou as bacias hídricas da cidade de São Paulo e, em 1911, apresentava relatório indicando os rios Tietê e Guarapiranga como futuros mananciais destinados ao abastecimento público.” (01)

………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….

JÁ SABEMOS DE OUTROS CRIMES DA LIGHT E DO IMPERIALISMO CANADENSE

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Rio_Pinheiros_1929 (1)

Encontro do Rio Pinheiros com Rio Tietê, 1929.

 

“Nas décadas de 1920 e 1930, com o objetivo inicial de gerar energia, a Light desapropriou 20 milhões de metros quadrados para a realização das obras, que incluíam a execução de barragens, elevatórias e a reversão do rio Pinheiros que passaria a receber as águas do Tietê, do qual era afluente, para alimentar a Usina Henry Borden nas encostas da Serra do Mar. Desta obra, cerca de 80% das terras passaram para o poder de Light, que tinha o direito de ficar com as terras “saneadas e drenadas” regulamentado por lei.
Observou-se que no início dos tempos a várzea era um obstáculo que limitava a expansão urbana, graças às suas características naturais e físicas. Esse ganho de terras do rio direcionou sua ocupação e foi fator determinante na comercialização dos terrenos. A construção de avenidas e vias expressas que deram acesso às grandes glebas drenadas pela Light aliados ao sistema de financiamento, atraiu dezenas de empresas multinacionais a partir da década de 1970, iniciando o eixo do setor terciário do setor sudoeste da cidade.”. Onde Passava o Rio Pinheiros

………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….

O CANADÁ TEM QUE PAGAR!

Jardim Pantanal

Jardim Pantanal, Pior Imagem do Ando, blog de Inácio AraújoImagens do CanadáO chamado desenvolvimento capitalista fabricou as enchentes, os desmoronamentos, a degradação ambiental e dos mananciais e a falta de água.

É preciso que os responsáveis paguem por isso.
Temos que exigir reparação, por estas danos.
Um dos principais responsáveis é o Governo do Canadá.
A Light&Company, empresa do imperialismo canadense.
Que inverteu o curso do Rio Pinheiro e jogou esgotos e dejetos na represa Billings.
Que expropriou 2o milhões de metros quadrados de várzeas e lá enterrou milhões de pobres, que todos os anos, vão se afogar em enchentes, perder tudo que tem.
A solução para as enchentes e inundações de São Paulo é tirar estas milhões de habitações da várzea, onde, inevitavelmente, todos os anos, vai inundar.
E uma maneira de atenuar, rapidamente, a questão da água é usar a água estocada da represa Billings.
A Light nos sugou é foi embora. O imperialismo Canadense é modelo de prosperidade com o nosso dinheiro
O imperialismo Canadense nos meteu neste brejo e tem que pagar para nos tirar dele.
Que o imperialismo Canadá pague pelos danos que causou.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

pingback

01. ÁGUA: RIOS e MANANCIAIS – O governo joga esgoto nas represas de São Paulo
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

links

01. Nassif: Desde 2005 o Rio Tietê não passa por dragagens ou desassoreamentos! E agora, Serra??
02. Pior Imagem do Ando, blog de Inácio Araújo


ÁGUA: RIOS e MANANCIAIS – A cidade de São Paulo afogou seus rios.

13/12/2014

 

03-pinheirosRio_Pinheiros_1929 (1)billingsO chamado desenvolvimento capitalista fabricou as enchentes, os desmoronamentos, a degradação ambiental e dos mananciais e a falta de água.
É preciso que os responsáveis paguem por isso.
Um dos principais responsáveis é o Governo do Canadá.
A Light Company, empresa do imperialismo canadense.
Que inverteu o curso do Rio Pinheiro e jogou  esgotos e dejetos na represa Billings.
Que expropriou 2o milhões de hectares de várzeas e lá enterrou milhões de pobres, que todos os anos, vão se afogar em enchentes, perder tudo que tem.
A solução para as enchentes e inundações de São Paulo é tirar estas milhões de habitações da várzea, onde, inevitavelmente, todos os anos, vai inundar.
E uma maneira de atenuar, rapidamente, a questão da água é usar a água estocada da represa Billings.
A Light nos sugou é foi embora. O imperialismo Canadense é modelo de prosperidade com o nosso dinheiro
O imperialismo Canadense nos meteu neste brejo e tem que pagar para nos tirar dele.
Que o imperialismo Canadá pague pelos danos que causou.

 

……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….

A cidade de São Paulo se expandia rapidamente, acompanhando o aumento da produção das fazendas de café no interior do estado: o total de moradores passou de 15 mil em 1850 para 30 mil em 1870, 240 mil em 1900, 580 mil em 1920 – quando São Paulo já havia se consolidado como um polo comercial e industrial –, 1,3 milhão em 1940 e 6 milhões em 1960.

O crescimento urbano acelerado favoreceu a ocupação das várzeas, áreas naturalmente alagáveis, visadas para a construção de casas e fábricas, e o avanço sobre os braços dos rios: o córrego Saracura, afluente do Anhangabaú, foi o primeiro a ser coberto e desaparecer, em 1906.

Cada vez mais cercados, os rios transbordaram para além de seus limites naturais e as enchentes se tornaram mais intensas, frequentes e danosas, justificando ações mais radicais de retificação dos rios. No início, por meio de propostas como a do engenheiro sanitarista Saturnino de Brito, de 1926, planejava-se o alinhamento dos principais rios de modo a conciliar seus diferentes usos – transporte, lazer, pesca, abastecimento de água, controle de enchentes e produção de energia elétrica –, mas as coisas não saíram desse modo.”Mapas históricos exibem as transformações na forma e na função de rios encobertos por avenidas

“No início de 2013 a geógrafa Janaína Yamamoto Santos, diretora do núcleo de acervo cartográfico do Arquivo Público, participou de um bloco pós-Carnaval que percorreu o trajeto encoberto do córrego da Água Preta, na Pompeia.” Mapas históricos exibem as transformações na forma e na função de rios encobertos por avenidas
………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

RIO TAMANDUATEÍ
Imagens Históricas - barcos no TamanduateíRio Tamanduatéi, um bueiro a céu aberto“O rio Tamanduateí – chamado de Sete Voltas e usado no século XVII pelos moradores da então vila de São Paulo para transportar tijolos, louças, frutas e cereais, em canoas de madeira – hoje corre acanhado sob a avenida do Estado, uma das mais áridas da cidade de São Paulo. “O Tamanduateí poderia ter ciclovia e árvores, mas é apenas esgoto, é feio que dói. Tem de ser assim?”, questiona Jorge. “Todo mundo aceita que São Paulo tem de ser feia, mas não tem. Já podemos conciliar desenvolvimento urbano e estética.”Mapas históricos exibem as transformações na forma e na função de rios encobertos por avenidas

Rio Tamanduateí, enchente de 1929

Rio Tamanduateí, enchente de 1929

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

rio_tieteAo final da Rua Amambaí existia um braço do Rio Tietê conhecido pelos moradores, que o usufruíam para brincar e nadar, como Rio Velho. Depois da retificação do Rio Tietê, este braço foi aterrado por um lixão. Posteriormente, esse lixão foi desativado para dar lugar à empresa Termaco. Com o fim desta empresa instalou-se, então, o atual batalhão da Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
Outro braço do Rio Tietê frequentado pelos moradores da região era conhecido como “Prainha”, localizado na Vila Elza (atual Jardim Andaraí). Revista Comunitária

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Córregos subterrâneos, ‘no limite, inundam túnel do Anhangabaú

Córregos Saracura,itororó, Moringuinhos e Anhangabaú foram cobertos, como galerias de esgoto. Com as chuvas e o crescimento da velocidade da água, por conta dos arruamentos e asfaltamentos, as enchentes são um certeza.
Ver afirmações do engenheiro Júlio Cerqueira Neto, ex-diretor de planejamento do DAEE e ex-professor de hidráulica da Escola Politécnica daUSP

.…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..
nbsp;

03-pinheiros
Rio_Pinheiros_1929 (1)
r_Odette Seabra a geógrafa Odete Seabra . Em sua tese de doutorado, apresentada na Universidade de São Paulo em 1987 e hoje um estudo clássico sobre a ocupação das várzeas dos rios Tietê e Pinheiros. SEABRA, Odette C.L (1987). Meandros dos Rios nos Meandros do Poder Tietê e Pinheiros:Valorização dos Rios e das Várzeas na Cidade de São Paulo. Tese de Doutoramento em
Geografia Humana apresentada à FFLCH – USP.

 

 

 

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….

Estudo aponta que enchentes e deslizamentos serão mais frequentes na capital paulista

POBRES URBANOS

 

“Ocupação do solo
Hoje, cerca de 30% da população da Região Metropolitana de São Paulo, ou seja, 2,7 milhões de pessoas vivem em comunidades, cortiços e habitações precárias, quase sempre ilegais. São concentrações significativas de áreas de risco de escorregamentos localizadas na Zona Sul (Jabaquara, Cidade Ademar, Pedreira, Cidade Dutra, Jardim Ângela, Capão Redondo e Campo Limpo). Nessa região, estão concentradas mais de 50% das favelas em São Paulo.

Nas demais regiões, as áreas de risco localizam-se na Zona Oeste (Butantã e Jaguaré); na Zona Norte (Perus, Pirituba, Jaraguá, Brasilândia, Freguesia do Ó e Tremembé); e na Zona Leste (Sapopemba, São Mateus, Aricanduva, Vila Formosa, Vila Prudente e Itaquera)”

 

 

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

links

01. Inudações em São Paulo, exposição de fotos, Museu da Cidade
02. ANÁLISE: THE SÃO PAULO TRAMWAY, LIGHT AND POWER COMPANY LIMITED – O CONFRONTO ENTRE O “PROGRESSO” E O TERRITÓRIO DOS RIOS
03. São Paulo sem o Vale do Anhangabau, O Estado de São Paulo
04. Herança da ‘grande enchente’, O Estado de São Paulo


ÁGUA: RIOS e MANANCIAIS – Quem é responsável pelas enchentes em São Paulo : O CANADÁ!!!

13/12/2014

O chamado desenvolvimento capitalista fabricou as enchentes, os desmoronamentos, a degradação ambiental e dos mananciais e a falta de água.

É preciso que os responsáveis paguem por isso.

Temos que exigir reparação, por estas danos.

Um dos principais responsáveis é o Governo do Canadá.

A Light&Company, empresa do imperialismo canadense.

Que inverteu o curso do Rio Pinheiro e jogou  esgotos e dejetos na represa Billings.

Que expropriou 2o milhões de metros quadrados de várzeas e lá enterrou milhões de pobres, que todos os anos, vão se afogar em enchentes, perder tudo que tem.

A solução para as enchentes e inundações de São Paulo é tirar estas milhões de habitações da várzea, onde, inevitavelmente, todos os anos, vai inundar.

E uma maneira de atenuar, rapidamente, a questão da água é usar a água estocada da represa Billings.

A Light nos sugou é foi embora. O imperialismo Canadense é modelo de prosperidade com o nosso dinheiro

O imperialismo Canadense nos meteu neste brejo e tem que pagar para nos tirar dele.

Que o imperialismo Canadá pague pelos danos que causou.

 

Rio_Pinheiros_1929 (1)
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

“Nas décadas de 1920 e 1930, com o objetivo inicial de gerar energia, a Light desapropriou 20 milhões de metros quadrados para a realização das obras, que incluíam a execução de barragens, elevatórias e a reversão do rio Pinheiros que passaria a receber as águas do Tietê, do qual era afluente, para alimentar a Usina Henry Borden nas encostas da Serra do Mar. Desta obra, cerca de 80% das terras passaram para o poder de Light, que tinha o direito de ficar com as terras “saneadas e drenadas” regulamentado por lei.

Observou-se que no início dos tempos a várzea era um obstáculo que limitava a expansão urbana, graças às suas características naturais e físicas. Esse ganho de terras do rio direcionou sua ocupação e foi fator determinante na comercialização dos terrenos. A construção de avenidas e vias expressas que deram acesso às grandes glebas drenadas pela Light aliados ao sistema de financiamento, atraiu dezenas de empresas multinacionais a partir da década de 1970, iniciando o eixo do setor terciário do setor sudoeste da cidade.”. Onde Passava o Rio Pinheiros
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..


ÁGUA: RIOS e MANANCIAIS – O governo joga esgoto nas represas de São Paulo

13/12/2014
billings

represa Billings. Esgoto do Rio Pinheiros e do Rio Tietê

 

…… caso não chova acima da média a crise deve se intensificar em 2015.

…… mananciais como a Guarapiranga e a Billings, continuam sendo agredidos com despejo de esgotos,

……mas o estado não tem interesse porque prefere jogar as águas poluídas do rio Pinheiros na represa

…..Para os especialistas, nada foi feito para preservar a Billings porque a Sabesp, empresa de economia mista, privilegiaria seus acionistas em detrimento dos consumidores

Gilson Dantas

Gilson Dantas

“São décadas de erros estratégicos, de pilhagem, de violência contra os pobres e contra a natureza, de zero planejamento urbano e hídrico. Este é o elemento chave que torna estiagens, que tenderão a ser mais frequentes e mais profundas, em uma grande calamidade em termos de abastecimento, crise esta que tem condições de se tornar crônica e mais grave do que já é. E que não será equacionada com as próximas chuvas de verão, sejam elas fortes ou fracas, longas ou curtas.”. Gilson Dantas, Palavra Operária

“Os eventos climáticos extremos se multiplicam em todo o mundo. Prevê-se que no Brasil, os principais impactos estarão relacionados à água, com a ocorrência de mais secas e enchentes. Em São Paulo, a região metropolitana sofre com a pior crise de água da sua história. O Sistema Cantareira, que abastece metade da população dessa região, registra níveis críticos de armazenamento e corre o risco de secar ainda em 2014. Para suprir a o abastecimento da população, os outros mananciais serão esgotados e caso não chova acima da média a crise deve se intensificar em 2015.
Apesar da grave situação e dos cenários desfavoráveis, mananciais como a Guarapiranga e a Billings, continuam sendo agredidos com despejo de esgotos, ocupações desordenadas, desmatamentos, afrouxamento da legislação, e são alvos de grandes empreendimentos, como rodovias e aeroportos.”Abraço à Guarapiranga 2014 acontece neste domingo, 1º de junho, em São Paulo

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..
“O Abraço Guarapiranga foi feito simultaneamente em três pontos da represa. “É um ato simbólico, um ato de carinho. A ideia é unir força, unir energia, demonstrar para a opinião pública e para o Poder Publico que estamos insatisfeitos e que precisamos fazer mais pelas represas”, explica a geóloga e coordenadora adjunta do Programa de Mananciais do Instituto Sociambiental (ISA), Pilar Machado Cunha”

“De acordo com informações do ISA, Guarapiranga é o segundo manancial mais importante da região metropolitana de São Paulo e é responsável pelo abastecimento de água para 4 milhões de habitantes. Segundo Pilar, a represa está degradada e o ato é para cobrar ações de recuperação.”

represabillingssãobernardo

Billings, São Bernardo

Ao redor das duas represas estão vivendo grandes populações. Próximo a Guarapiranga, a população estimada é de 800 mil pessoas, sendo que metade não tem um sistema de coleta de esgoto, segundo informações do ISA. Já na Billings, quase um milhão de pessoas vivem nas proximidades da represa.

R Billings 4 esgoto 2

Esgoto na Billings

“Billings é a maior represa da região metropolitana de São Paulo e apesar de ter mais da metade de sua bacia hidrográfica preservada, não pode ser totalmente utilizada para abastecimento devido ao grande volume de poluição em conseqüência do bombeamento do Rio Tietê nas últimas seis décadas.”

“Entretanto, os rios Tietê e Pinheiros representam hoje o esgoto da Grande São Paulo e a água
bombeada acaba acumulando toda sorte de poluição na represa Bil ings.” Poluição da Billings, uma análise econômica, Revista de Energia

“A Billings é mais do que suficiente para a demanda atual. O problema é que o estado não fala nada porque ele é o poluidor da represa na figura da Sabesp e Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A.)”, analisou Virgilio Alcides de Farias, advogado ambientalista e membro do Movimento de Defesa da Vida do ABC.”. Billings poderia ser caixa d’água da região metropolitana de São Paulo

rio-pinheiros-108ph1

Rio Pinheiros. ´Que é bombeado para a represa Billings. Que teria capacidade de abastecer 4 milhões de pessoas. Mas é o governo que a polui.

“A tese é compartilhada pelo presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental e conselheiro do Conselho Nacional do Meio Ambiente, Carlos Bocuhy. “Pedimos a despoluição da Billings há 20 anos com a campanha “Billings que te quero viva”, mas o estado não tem interesse porque prefere jogar as águas poluídas do rio Pinheiros na represa”, avaliou.”

“Interesses econômicos

Para os especialistas, nada foi feito para preservar a Billings porque a Sabesp, empresa de economia mista, privilegiaria seus acionistas em detrimento dos consumidores. Há dois anos, por exemplo, a empresa foi homenageada na Bolsa de Valores de Nova York por completar 10 anos de negociação de suas ações. No período, os papéis valorizaram 601%, índice bem acima do desempenho da própria Dow Jones: 29% de incremento.”Despoluição da represa Billings pode salvar o abastecimento de água em São Paulo

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

Abraço à guarapiranga 2

Vê-se policiais militares na foto. Diferente seria se exigisse a reestatização da SABESP e expropriação das áreas de mananciais.

O evento foi organizado pelo ISA em parceria com 40 entidades da sociedade civil que atuam na Guarapiranga. Em 2006, 160 especialistas se reuniram em um seminário sobre o manancial e propuseram 63 ações para recuperação da represa. Este é o terceiro ano do Abraço Guarapiranga.”

“Durante o ato, que deve reunir cerca de 2 mil pessoas, um placar vai mostrar como andam as ações propostas no seminário e como as secretarias e empresas do governo estadual e as prefeituras dos municípios que são abastecidos pelas represas estão trabalhando para recuperação dos locais. O mesmo placar está disponível no site do ISA.”

abraço à guarapiranga 3, 2008

Esperava-se 2.000 e compareceram 7.000 pessoas

DE OLHO NOS MANANCIAIS
Expedição revela estado das represas de SP
O primeiro dia do mês de junho foi marcado pelo Abraço Guarapiranga e pela expedição fotográfica De Olho nos Mananciais, que levaram cerca de sete mil pessoas às represas de Billings e Guarapiranga
– A A +
Por Thays Prado
Planeta Sustentável – 03/06/2008

……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………

Gilson Dantas

Gilson Dantas

Mesa sobre 50 anos de ditadura, 2014

Mário Martins de Lima

A crise da água é passageira ou veio para ficar (e piorar)?
palavraoperaria.org, comentários de Mário Martins de Lima, no facebook, sobre o texto de Gilson Dantas.

 

Moradores da Zona Sul de São Paulo tentam impedir construção de condomínio

Moradores da Zona Sul de SP tentam impedir construção de condomínio em área de manancial. Trata-se de uma Área de Proteção e Recuperação de Mananciais e, de acordo com os habitantes, já foram encontradas mais de sete nascentes de água mineral. http://glo.bo/1xGlDrS

1. Que os Sindicatos e as esquerdas adotam uma ampla plataforma ecológica. Hoje, o aspecto mais dramático da putrefação do capitalismo é a destruição da vida e do próprio planeta. E as primeiras e principais vítimas são os países pobres, os pobres dos países pobres. E só é possível reverter isso com a potência da classe trabalhadora organizada.
– na crise da água, um programa ecológico, para começar já, expropriar e reflorestar as nascentes ,mananciais, córregos, riachos, rios e represas; criar matas ciliares e impedir que qualquer qualquer tipo de esgoto ou dejetos industriais vá para rios e córregos.
Este reflorestamento deve ter pelo menos mil metros de cada margem, ou seja, pelo menos dois mil metros às margens destes mananciais;
– Por um imediato levantamento das construções ilegais em florestas, cercanias de represas, nascentes e nos remanescentes de floresta. a. Que as casas de veraneio e luxo sejam imediatamente derrubadas e a área imediatamente reflorestada; b. Que para apartamentos em condomínios e casas com menos de 100 metros um plano emergencial de transferência desses moradores para moradias financiadas pelos bancos estatais; c. no caso de moradias ;
– Por um imediato levantamento de bairros nessas mesmas áreas de mananciais que, mesmo legalizados, tenham um plano de transferência de moradias para outras áreas. Neste caso os custos devem ser dos governos.
– Que sejam terminantemente proibida a criação de gado a 20 quilômetros de qualquer nascente (o pateamento constante do gado impermeabiliza o sola e destrói nascentes, ponde em risco até grandes rios); os mesmos 20 quilômetros para criação de porcos e pequenos, em larga escala, pois os dejetos poluem nascentes, riachos e rios;

2. Um vasta programa de armazenamento das águas pluviais.
– Que qualquer nova indústria ou empreendimento com mais de 50 operários ou trabalhadores, terão que construir reservatórios de 50 mil litros, acrescendo de mil litros por cada trabalhador contratado;
– Que antigas empresas capitalistas, ou do Estado, tenham 5 anos para se adequar às novas exigências, de mil litros de águas pluviais armazenadas para cada trabalhador;
– Que os bancos estatais, imediatamente, comecem um vasto programa de financiamento de pequenos reservatórios nas casa dos trabalhadores, que seriam isentos de impostos no valor equivalente do financiamento; e seja, imediatamente, incluído nas plantas de casas e apartamentos dos programas governamentais (como “minha casa minha vida”) os reservatórios para águas pluviais;
3 . Que no prazo de um ano, toda a água usada em lava-jatos tenha que ser de reservatórios de águas da chuva; assim como toda água de limpeza e jardinagem de prédios públicos;
4. Que Sindicatos e organizações dos trabalhadores, também as organizações ecológicas e ambientais, façam ” UMA CONFERÊNCIA NACIONAL DA ÁGUA , PELA VIDA , PELO PLANETA E PELOS NOSSOS FILHOS”
– DE ONDE DEVERIA SAIR UM PROGRAMA INTEIRO, DE INTERESSE POPULAR E DOS TRABALHADORES.

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

links

01. Análise Integrada Da Evolução Do Uso Do Solo E Qualidade Da Água Como Ferramenta De
Monitoramento De Mananciais, Bacia Do Guarapiranga/Sp
Felipe de Lucia Lobo (felipe@socioambiental.org), Marussia Whately, Pilar Machado da Cunha, Telma Dias.

02. Abraço à Guarapiranga 2014 acontece neste domingo, 1º de junho,2014, em São Paulo
03. Manifestantes cobram recuperação de mananciais em São Paulo, (2008)
04. Ato de 2008 reuniu 7 mil pessoas, ver planeta sustentável
05. Billings poderia ser caixa d’água da região metropolitana de São Paulo
06. Poluição da Billings, uma análise econômica, Revista de Energia
07. Despoluição da represa Billings pode salvar o abastecimento de água em São Paulo
08. A crise da água é passageira ou veio para ficar (e piorar)?, por Gilson Dantas

…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..