I FESTIVAL INTERUNESP CONTRA AS OPRESSÕES, Unesp-Marília

 

O I Festival Interunesp contra as Opresões. 500 participantes na sexta-feira noite até a manhã de sábado. Só para lembrar o que qualquer um sabe. É fim de Ano. Em Marília alguns cursos já haviam encerrado o ano letivo, como também em outros campus. Outros ultimavam a recolha dos trabalhos. Até aqui levantando as questões do momento que levava muitos ativistas a proporem que o festival só se desse o ano que vem.

Mas o enfrentamento política é que é a questão. A reitoria da Unesp que ajudou a montar o festival interunesp do rodeio das gordas proibiu o I Festival Interunesp contra as Opressões. E tentou todas as pressões, inclusive sobre a diretora do Campus de Marília, para impedir a realização do festival. Foram provocações, pressões, ameaças e todo truque baixo para impedir o Festival contra as opressões.

É o movimento sempre à direita, cada vez mais à direita, que tem feito as reitorias e a burocracia universitária. Nalguns lugares os próprios estudantes têm acompanhado este movimento à direita montando chapas anti-greve ou que adotam o elitismo como plataforma política. Outros criam grupos claramente homofobicos, sexistas e racistas. E alguns grupos são se proclamam fascistas ou integralistas. Este grupos são um tentativa de manter o silêncio e a lixeira ideológica que começou na década de 90. São claramente movimentos de classe média privilegiada querem manter seus privilégios no momento que se anuncia crises incontroláveis como na Europa e EUU. Doutro lado é o cagaço diante de setores que lutam e que se organizam em movimentos de esquerda que também se preparam para enfrentar a crise e este desepero facistóide da classe média privilegiada. São velhos temas da luta de classe que vem à cena e vão se resolvidos pela luta.

A paz de cemitério da década de 90 já anunciou seu fim. O I festival Interunesp contra as Opressões foi um momento, ou jogo, ou uma batalha, desda guerra que deverá ser vencida pela classe trabalhadora, aliada aos campones, estudantes, as mulheres e os negros. Foi um momento grandioso, se contarmos o momento em que se deu, desta luta que será encarniçada.

Aqui vão algumas poucas fotos. Por desgraça e pobreza, minha máquina só capta cenas com luz do dia e o I festiva era à noite ou de madrugada. Mas poderão ver a charge de LatufF feita nas paredes, ao lado da Atlética, em Marília. Foi bom registrar pois, com certeza, a reitoria ou a própria diretoria mandará a apagar; se já não o fez.
Quem quiser conferir as outras poucas fotos pode ir ao album flickr do jornaldoporao.wordpress.com E para ter acesso é só clicar sobre a foto desta dirigente do grupo Pão e Rosas que participou da mesa do debate.




I festival Interunesp contra a opressões 018

Upload feito originalmente por Jornal do Porão

Além de entrar na página do DCE da Unesp. Com certeza estes agrupamentos publicarão farto material sobre o I Festival de resposta combativa e militante contra as opresões.

DCE Unesp
Pão e Rosas

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