debate no IFCH pela legalização do aborto

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Há uma realidade mortal escondida por trás dos abortos no País. De acordo com estimativas do Ministério da Saúde, entre 729 mil e 1,25 milhão de mulheres se submetem ao procedimento anualmente no Brasil. Destas, pelo menos 250 morrem, consideram organizações.

Se a análise for feita em escala mundial, o obstetra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Osmar Ribeiro Colas explica que são cerca de 500 mortes diárias por causa de abortos. “Quando cai um avião ficamos chocados, mas há dois Boiengs de mulheres caindo por dia e ninguém fala nada”, lamenta.” Leia artigo inteiro
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legalização do aborto I (6)

Foto de mesa do debate no IFCH. PSOL, PSTU, LER-QI, PTS(Agentina).

Na Argentina morre 500 mulheres por ano.
No Brasil morrem, supõe-se, 500 mulheres por ano. No Brasil mais de um milhão de mulheres se submetem ao aborto a cada ano. A maioria destas mulheres são negras e pobres. Além das mortes, contraem muitas sequelas, por conta dos maus tratos em clínicas horrorosamente mal instaladas, com técnicos despreparados e equipamentos inadequados. Sem contar a humilhação e, muitas vezes, a criminalização. Umas verdadeiras oficinas do horror, morte, dor e aleijamento.

A quantidade de público presente, formado quase inteiramente por militantes políticos, mostra o quanto esta calamidade foi naturalizada. Morte e sofrimento dos pobres e trabalhadores parece já fazer parte da paisagem, como os gravetos e as pedras.
Nesta campanha eleitoral, com duas mulheres participando, que se pronunciam contra a legalização, mas, preferencialmente, fogem do assunto. Elas só se dizem mulheres quando pedem o voto das mulheres. Torcem para que ninguém fale no assunto e que as mulheres negras e pobres continuem em silêncio. Este é o desejo ardente destas duas candidatas.
Dos condidatos homens o que esperar? Parece que a imprensa, por exemplo, nem os questiona sobre o assunto, como se deles não se esperasse nada mesmo.
Parece que ficou totalmente na mãos da esquerda solidarizar-se e lutar contra este quadro dantesco.

E no mesmo debate, quando se falou do histórico destas lutas, foi importante colocar que as organizações trotskistas, desde quando eram ilegais, na década de 70, levavam este debate e tentavam organizar trabalhadores e trabalhadores para lutar pela legalização do aborto e pelo atendimento em hospitais públicos e postos de saúde. Mostrou-se também que, nesta mesma década de 70, organizações de origem stalinista como PC e PC do B, aliados à igreja católica, atacavam frontalmente aqueles que tentavam lutar em favor da saúde da mulher. Ou melhor ainda, levar um luta extrema em defesa da vida.
Leia mais: em PÃO E ROSAS e em LER-QI e artigo em PÃO E ROSAS

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