Acidentes de trabalho, Argentina: En FATE: accidentes nunca más

En FATE: accidentes nunca más31 JUL 2014
Fate: Saúl es nuestro emblema, 01 AUG 2014 charge-gerdauuuuu

chega_-__-_Chinelato

Não dá para colocar fotos, e tem muitas no Google, da carnificina que são os acidentes de trabalho. Há horrores, horrores e mais horrores!!!

Hay que decirlo: la ejecutiva de la Seccional y el delegado de sector no tuvieron la decisión firme e inmediata de parar la planta e impedir que la máquina sea modificada hasta que se defina claramente la responsabilidad de la empresa en el accidente, por negarse a colocar los dispositivos de seguridad que faltaban.

Que são: la ejecutiva de la Seccional y el delegado de sector?

Usar as CIPAS. Que tem dois anos de estabilidade.
0. lutar para que tenha uma 5 anos de estabilidade.
00. Quais são as organizações internas das fábricas e empresas na Argentina? Colecionar uma bibliografia!
000. Quais as relações institucionais, e legais, com os sindicatos?
0000. Quantas centrais sindicais existem na Argentina?
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Usar as CIPAS. Que tem dois anos de estabilidade.
1.Para lutar contra os acidentes de trabalho;
2.Un movimento nacional de CIPAS, independentes, com o propósito de criar um plano nacional de luta contra acidentes de trabalho, a super-exploração do trabalho e da mas condições de trabalho;
3. Pelo direito de CIPAS, independentes, eleitas pelos próprios trabalhadores, com mandato de 2 anos e estabilidade de 5 anos;
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Considerações:
O grande número de centrais sindicais, no Brasil, é um empecilho para qualquer política, principalmente políticas do cotidiano nas fábricas e nas empresas. E sem um política do cotidiano fabril dificilmente avança a visão classista elementar. A violência do trabalho fabril é naturalizada. Não há, no país, denúncias. Quando há é de trabalho escravo ou infantil feito pelos meios de comunicações burgueses. As centrais sindicais parecem ser inócuas. E a imprensa de ultra-esquerda, se não tem força, também não tem uma política para o presente. E também não tem planos para o futuro, para criar uma política.
Para mim, uma esquerda realmente proletária, não pode deixar de se alimentar dessas denúncias e combates. Do contrário se confundirá com as tendências pequeno-burguesas e estudantis

Ver os acidentes de trabalho como uma questão política e os acidentados como vítimas políticas do sistema capitalista. Para criar a cultura de que o Capitalismo é um sistema bárbaro e violento.

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“En cuanto a la patronal, se votó por unanimidad exigir la renuncia inmediata del jefe de seguridad e higiene Zelaya y del jefe del sector Heisecke”
As indústrias e empresas brasileiras tem obrigatoriedade legal de ter tais setores “de Segurança e Higiene”?
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“El próximo 15 de agosto a las 15 hs. habrá audiencia en el Ministerio de Trabajo de Tigre, donde la patronal tendrá que dar una respuesta oficial a todos los reclamos resueltos por todos los trabajadores en la asamblea”
Parece que no Brasil não há qualquer local, juridicamente obribado, a dar conta desssa situaçao. E a carnificina dentro das fábricas e empresas continua. Principalmente na construção civil.
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Solo un mundo comunista nos puede liberar de estas atrocidades.

* Victor Ottoboni, delegado de base de FATE

Não acredito que um regime socialista ou até num avançado comunismo se elimine os acidentes de trabalho. A produção sempre envolve riscos. Mais, no início, na construção do socialismo, principalmente em regimes de transição, em países isolados, sem uma revolução mundial vitoriosa, a pressão, os bloqueios, os ataques, e a consequente necessidade de produções acelerada, acho eu, provocará mais e mais acidentes de trabalho. E sem um cultura profunda, experiência cotidiana, hoje, dentro do capitalismo, principalmente nesse capitalismo selvagem na periferia do sistema, a classe trabalhadora não terá como se defender numa situação de “socialismo selvagem”, premido e isolado num país ou em poucos países. Veja a industrialização da URSS depois da revolução, onde a produção industrial caiu para 1/5 do que era antes da revolução de 1917. A resposta de Stalin, a industrialização forçada, fez milhões de vítimas, segundo li em Trotsky. Não sei no período do governo de Lenin. Mas, sem mesmo organizações sindicais nos tempos do czarismo, fico em dúvida se os trabalhadores e proletários tinham experiência acumulada na lauta dentro da fábrica. E ainda: se havia técnicos capazes aplicar conhecimentos científicos para evitar acidentes. E nem mesmo acredito que haveria, naquela época, equipamentos necessários. Mas insisto que a questão é política. E que deve ser uma experiência profunda de luta no capitalismo, para forjar a consciência necessária para a construção de um socialismo realmente humanitário. É o presente e uma análise do passado me possibilita acreditar no futuro.

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LINKS

 

01. A Origem e história das CIPAS
02. “As “campeãs nacionais”, as empresas brasileiras que se tonaram monopólicas nos seus ramos, a maioria delas estatais privatizadas, tão promovidas pelo governo Lula, beneficiadas com bilhões dos fundos de pensão e do BNDES (dinheiro dos trabalhadores e dinheiro publico), são também as campeãs em acidentes de trabalho, precarização e superexploração.

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