Campus de Limeira, aos pedaços.

10/01/2011

É exagero. É. Mas um prédio de 2 anos de uso neste estado que linguagem traduziria tal descalabro? Quem acompanha este jornaldoporao sabe que no Campus de Campinas é a mesma coisa. Ar-condicionado de 600 mil reais que não funcional. Prédio novo que afunda. Janelas de um prédio inteiro, de um ano de uso, que não podem ser abertas pois caem. Ou seja, não são janelas. Prédio da Física que antes de inaugurar começou a afundar. Biblioteca do IFCH que também fora inundada, com obra abandonada. É outros prédios também abandonados por empresas que falem. Há trabalhadores que não receberam décimo terceiro salário de dois anos atrás, por conta de empresas que faliram.
Tinha prometido nem mais tocar neste assunto de tanto que é recorrente, comum, cotidiano e banal ver nosso dinheiro ser doado à empresas terceirizadas irrresponsáveis e fraudulentas. Mas agora surgiu em Limeira um blog com o intuito de denunciar o mesma festa macabra com o dinheiro público, lá em Limeira. E este pequeno texto tem o intuito de apresentar este blog LARANJAS E BIJUTERIAS. (blog que também publica os desenhos da revista Miséria e de João da Silva). ou seria PIORQUETANUMFICA?

Veja também vídeo com inundação no Campus da Unesp de Bauru

 

ARTIGOS SOBRE O MESMO ASSUNTO:

00. Inundação na Biblioteca Nacional
atinge revistas e jornais antigos

01. MAUSOLÉU DE OURO, PIRÂMIDE BRANCA, emBORA…
02. Infiltrações no AEL, dentro e fora
04. AEL mais uma janela caiu (1)
05. Pequeno Diário de Uma Tragédia Anunciada
06. FOTO Pequeno Diário de Uma Tragédia Anunciada


VIVA O LULA, MORTE AO LULA

23/12/2010

Mário Bigode, por João da Silva
Os políticos, no fim do ano, parece ficar mais cretinos que em qualquer época do ano. Fazem promessas cor-de-rosa. Lula, apesar dos assessores e ministros da área econômica de Dilma falarem o tempo todo em cortes no arçamento, cortes na educação, cortes no PAC, cortes e mais cortes, Lula contua impávido, falando de um futuro radioso.
O balanço, em desenho, de João da Silva, no seu Cancrópolis, mostra que não é bem assim.
Os dois Lulas do desenho têm falas e expressões faciais diferentes. Como sempre, para João da Silva, um desenho muito bom.

Mário Martins de Lima, editor deste Jornal do Porão.

Acompanhe os desenhos de João da Silva em Cancrópolis: Veja os desenhos Vale dos Burocratas Mortos, de João da Silva, para este Joral do Porão


Inércia(2), por João da Silva

11/11/2010


Os quadrinhos dessa série foram feitos com base em conversas com o Júlio, o químico do KAOS, a Tessy, da ITCP e o Mário do Jornal do Porão. A Inércia 1 é uma HQ de 5 páginas que saiu na revista Miséria número 3. A Inércia 3 to mandando pra Revista Casuística.

Neste jornaldoporao já foi publicado o conto de Victor Giudice, “O Arquivo”. Nenhuma pessoa que odeie a burocracia e os burocratas pode deixar de lê-lo. Assim como a poesia “A Burocracia”, de Francisco de Carvalho, também publicada no jornaldoporão.
Mas gostaria muito que relessem ou lessem um artigo publicado no jornaldoporao quando da inaguração do AEL. Artigo que na época (21 de novembro de 2009) causou muita celeuma, gritos, ameaças, muchoços e um camissão para tentar amendrontar e calar o jornaldoporao. A revista eletrônia da LER-QI publicou o texto e aqui está o link.


O VALE DOS BUROCRATAS MORTOS, desenhos de João da Silva pelos 5 mil acessos ao jornaldoporao

10/11/2010


Aqui vai a reedição, pois Vítor conseguiu me ensinar a fazer em tamanho legível. Além do mais, estou publicando a sequência. E vale a pena a reedição por ser desenhos inéditos, oferecidos ao jornaldo porao como uma homenagem pelos seus 5 mil acessos (agora quase 5.500).

VALE DOS BUROCRATAS II
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Desenhos de João da Silva, do coletivo Miséria e da Revista Miséria. Entre no site da Revista aqui ao lado, na lista de blogs e sites amigos.
Espero que os burocratas não tenham sossego e os lambe-cus também.

VALE DOS BUROCRATAS MORTOS NÚMERO 3

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Proponho que leiam ou releiam o conto de Victor Judice, O ARQUIVO. Este conto, dizem, é o conto brasileiro mais publicado. 27 vezes, claro que não conta as duas vezes neste jornaleco.

No terreno fantástico da poesia recomendo A Burocracia, de Francisco de Carvalho


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